Sabe-se, desde muito tempo atrás, que a #Gravidez é um estado de vulnerabilidade e que requer diversos cuidados físicos e emocionais, e a ciência descobre mais fatores a cada dia. Porém, nem todos possuem o conhecimento sobre tais descobertas.

A ciência nos lança mais e mais fatores que agem positiva e/ou negativamente na gestação. Além de preparar o ambiente e os corações de toda família, é preciso que os pais possuam o conhecimento de como preservar a gravidez e gerar um filho saudável!

O que é agente teratogênico?

O agente teratogênico é qualquer substância, organismo, agente físico ou estado de deficiência que, presente durante a vida embrionária ou fetal, produz uma alteração na estrutura ou função da criança.

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Os teratógenos produzem morte celular, alteração do crescimento dos tecidos (hiperplasia, hipoplasia ou crescimento assincrônico), interferência na diferenciação celular ou em outros processos morfogenéticos.

De acordo com os pesquisadores, agentes teratogênicos representam de 7 a 10% das causas de deficiências durante a gestação. O dado foi divulgadores por Keith L. Moore, T. V. N. Persaud e Mark G. Torchia no livro "The Developing Human".

Pesquisas afirmam, como do Departamento de Genética da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) e suas referências, que a ação dos teratógenos, quando ocorre nas duas primeiras semanas após a concepção, pode levar o bebê à morte. O processo de desenvolvimento denominado organogênese (entre a terceira e a oitava semana) é o período mais crítico em relação às malformações.

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Após a oitava semana, os efeitos atingem principalmente o sistema nervoso central e o crescimento do bebê.

Estima-se que um ser humano possa estar exposto a aproximadamente 5 milhões de substâncias químicas diferentes, sendo que 1.500 destas foram testadas em animais e pouco mais de 30 foram comprovadas que são teratogênicas no homem, segundo uma pesquisa feita em 1992.

Dentre as consequências da exposição aos agentes teratogênicos, destacam-se como as principais: morte do bebê ou infertilidade, malformações, retardo de crescimento intrauterino e deficiências funcionais (incluindo retardo mental).

O que se deve evitar?

Deve-se ter grande atenção quanto aos medicamentos, as doenças maternas, as infecções congênitas, radiações, drogas, substâncias químicas e, pasmem, vitamina A!

Alguns medicamentos teratogênicos são: talidomida, misoprostol (Cytotec), talidomida, retinóides sistêmicos, anticoagulantes, antifúngicos, antihipertensivos e antialérgicos.

Algumas doenças maternas com efeitos teratogênicos: diabetes, epilepsia, depressão, tuberculose, HIV/Aids.

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Algumas infecções congênitas com efeitos teratogênicos: sífilis, toxoplasmose, rubéola, citomegalovirus, herpes, doença de Chagas e varicela.

Radiações (como radiografias e radioterapia), substâncias químicas (como mercúrio e chumbo), álcool, fumo, cocaína e outras, possuem efeito teratógenos.

A vitamina A requer atenção dobrada, pois, além de cosméticos que contenham vitamina A, segundo estudos científicos, como da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco), há evidências palpáveis de que o excesso de vitamina A, durante as primeira semanas de gestação, é teratogênica.

Portanto, mamães, seu(s) filho(s) estão precisando de seu especial cuidado! #Saúde #Bebês