As doenças cardíacas são das que mais matam, todos os dias, em todo o mundo. Porém, os cientistas afirmam que descobriram uma forma de protegerem mais o coração e tem a ver precisamente com a prática do #Amor, tantas vezes relacionado com o coração. No caso, uma pesquisa National Defence Medical Centre deTaiwan confirmou aquilo que muitos cientistas já haviam falado sobre a redução dos níveis de homocisteína nos #homens que têm relações sexuais mais vezes por semana. Quanto mais alta for a acumulação de homocisteína, mais danos ela provocará nos vasos sanguíneos, podendo se revelar fatal para o coração. No caso das mulheres, não se verificaram os mesmos resultados animadores.

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Para os cientistas, os homens que fazem sexo regularmente têm melhor circulação nos vasos sanguíneos, se tornando mais saudáveis, fator que é crucial na prevenção de uma acumulação de homocisteína. Quando não está controlada, esse composto químico pode desencadear problemas cardíacos potencialmente fatais. Por isso, os cientistas estão afirmando que o sexo pode reduzir os riscos.

No entanto, isso não é igual para homens e mulheres, mas os investigadores também têm uma explicação para isso. É que na mulher, a excitação sexual está menos dependente do fluxo sanguíneo, o tal fator chave que mantém a homocisteína controlada.

Um estudo anterior revelava que um homem que tem relações sexuais duas vezes por semana estava reduzindo em metade os riscos de ter artérias entupidas, comparado com um homem que o faz menos de uma vez por mês.

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Porém, os médicos alertam que há poucos estudos e pesquisas sobre os benefícios de uma vida sexual mais ativa na #Saúde das pessoas.

Sobre a importância da homocisteína, ficou provado em estudos recentes que as pessoas que têm seus níveis elevados ou fora de controle aumentam o risco de doenças cardíacas em 66% e de um acidente vascular cerebral em um terço, aumentando também os riscos da pessoa contrair outras doenças como Alzheimer ou câncer.

Estudo prova importância da vida sexual para a saúde do coração

Agora, pesquisadores de Taiwan fizeram uma pesquisa com mais de dois mil homens e mulheres, com idades compreendidas entre 20 e os 59 anos e os resultados parecem esclarecedores. O estudo foi simples. Eles analisaram amostras de sangue de todas essas pessoas, medindo os níveis de homocisteína, antes e depois da diferente atividade sexual de cada voluntário.

Os resultados provaram precisamente que os níveis mais baixos e controlados do composto químico foram encontrados nos homens que tiveram relações sexuais pelo menos duas vezes por semana, enquanto que os níveis mais altos estavam naqueles que o fizeram menos de uma vez por mês. No caso das mulheres, não ocorreu variação significativa nos níveis.

Após este estudo, os pesquisadores estão pedindo aos médicos para que aconselhem os seus doentes em risco de doenças cardíacas para que façam mais sexo.