Um dos assuntos mais comentados do momento entre os brasileiros é o estado de saúde do jornalista e apresentador do 'Cidade Alerta', Marcelo Rezende.

Conhecido por sua irreverência e jeito único de fazer jornalismo, Marcelo se encontra afastado de suas atividades na televisão por tempo indeterminado, devido à descoberta de um câncer em estágio avançado na região do pâncreas e do fígado.

O apresentador, que se destaca entre os famosos com maior número de fãs e seguidores nas redes sociais, mantém uma excelente relação com o público e por esse e outros motivos, resolveu anunciar durante uma entrevista comovente no programa semanal, 'Domingo Espetacular' seu drama, classificado por ele como o pior momento de sua vida.

Publicidade
Publicidade

Marcelo, que vinha passando por sessões de #quimioterapia para estagnar e tratar a doença, optou por não dar continuidade ao tratamento clínico e no lugar da aplicação das drogas, ele resolveu aderir a uma dieta criada pelo cardiologista e nutrólogo, Lair Ribeiro, baseada em proteínas e gorduras, anulando completamente a ingestão de carboidratos e açúcares, que de acordo com Lair, são os principais alimentos sustentadores das células cancerosas.

Especialistas

A equipe de jornalismo do site, UOL entrevistou o oncologista-clínico Jorge Sabbaga, do Hospital Sírio-Libanês, e o atual coordenador do departamento de Oncologia do Instituto Brasileiro de Controle do Câncer, Felipe Cruz, e indagou sobre a decisão tomada por #Marcelo Rezende de abrir mão do tratamento de quimioterapia.

O médico, que defende veementemente a quimioterapia durante o tratamento do câncer, alerta que as doses de remédio aplicadas nos pacientes durante a realização das sessões, quando obedecem regularmente o calendário estipulado pelo médico, aumentam a expectativa de vida dos mesmos e proporcionam um maior bem estar aos pacientes a longo prazo, ainda que no primeiro momento os efeitos da droga pareçam como disse Marcelo Rezende durante um vídeo em seu Instagram: ''fazer mais mal do que bem''.

Publicidade

Felipe Cruz confirma e complementa as palavras do doutor Jorge Sabbaga, ressaltando ainda, que a interrupção do tratamento quimioterápico faz com que as células cancerosas deixem de ser combatidas, se replicando de forma ainda mais acelerada, podendo levar o indivíduo à morte de maneira mais rápida. Ainda sobre a não realização da quimioterapia, Felipe Cruz afirma, ''quando o tratamento não acontece, é normal as células doentes irem para outros órgãos que ainda não estavam acometidos pelo câncer''. #Câncer Marcelo Rezende