De acordo com um estudo, as #mulheres que têm relações sexuais com mais regularidade vivem mais tempo. Os cientistas descobriram a primeira evidência biológica de que a atividade frequente no quarto aumenta a vida útil, conservando o DNA das pessoas.

Os pesquisadores dos Estados Unidos questionaram 129 mulheres, entre 20 e 50 anos, e fizeram uma interessante descoberta sobre a importância de uma boa vida sexual no prolongamento da vida da pessoa e no melhoria da sua saúde. Pesquisas anteriores mostraram que os relacionamentos felizes melhoram o bem-estar de cada pessoa do casal, mas esse último investiga os benefícios mas na saúde.

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Um #Relacionamento ser bom ou ruim pode não ter um impacto direto no envelhecimento das pessoas, mas uma vida sexual mais ativa é, de acordo com esse novo estudo, benéfico para a saúde. Os investigadores chegaram a essa conclusão após realizarem exames de sangue nas 129 mulheres para determinar a saúde a longo prazo.

A investigação centrou-se em telômeros, que são estruturas constituídas por fileiras repetitivas de proteínas e DNA não codificante que formam as extremidades dos cromossomos, e que preveem a idade biológica de uma pessoa. Os especialistas descobriram que as mulheres que tinham relações sexuais mais regulares tinham telômeros significativamente mais longos, aumentando sua expectativa de vida geral.

Os pesquisadores da Universidade da Califórnia, em San Francisco, não têm dúvidas em declarar: "Esta é uma descoberta importante.

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Ela fornece novas evidências de que a intimidade sexual dentro de relacionamentos de longo prazo tem benefícios para a saúde".

Por que isso acontece?

Uma possibilidade é que o #sexo reduz o estresse, o que já foi associado a telômeros mais curtos. Também pode aumentar o sistema imunológico, aumentando a produção de células assassinas naturais que combatem as doenças. Outra teoria é que desencadeia a liberação de oxitocina, o chamado hormônio do amor, que tem sido associado a uma melhor saúde.

O pesquisador Aric Prather, da Universidade da Califórnia, disse: "A comparação foi entre as mulheres que tiveram intimidade sexual na semana anterior e as que não tiveram. É possível que quanto maior a frequência da intimidade sexual, maior o efeito. Estamos planejando investigar isso em uma data posterior. O comprimento do telômero está relacionado à longevidade e, se os nossos resultados se mantiverem em estudos futuros, pode ser que a intimidade sexual regular possa levar a uma vida mais longa".

Nesse primeiro momento, o estudo foi relacionado somente em mulheres, mas Aric Prather acredita que o mesmo se pode verificar em homens. "Não existe uma razão óbvia porque não deveria", afirmou.