A maioria dos países possui alimentos ou comidas típicas, que uma vez vistas ou saboreadas por diferentes pessoas, estas de fato podem afirmar, sem sombra de dúvida, que tal prato realmente pertence a uma determinada nação, podendo inclusive ser considerado pelas autoridades como um “patrimônio” exclusivo da mesma.

É exatamente isso, por exemplo, que se pode concluir em relação ao saboroso queijo “feta” feito na Grécia. Além do seu sabor único, esse tipo de queijo é um forte aliado da saúde, uma vez que é feito à base de leite de ovelha ou também de cabra, sendo muito mais fácil de ser digerido.

O queijo #feta é altamente rico em substâncias como a histidina e a vitamina B6; sendo que a 1ª é um aminoácido essencial, especialmente para as crianças, e como o organismo humano não a produz, se faz necessário que a histidina seja acrescentada à dieta alimentar e é aí que entra o queijo feta dos gregos.

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Tal tipo de queijo deve ser validado com um certificado orgânico do governo da Grécia, ainda mais que possui alta concentração de proteínas que se degradam com facilidade.

De qualquer modo, o ser humano necessita de proteína no processo de reparação celular e no quesito do aumento da imunidade corporal.

A título de curiosidade, o feta também pode ser escrito “fetta”, mas o que importa realmente é que é um queijo saboroso, assemelhando-se a uma coalhada típica da #Grécia.

De 2005 em diante, o feta é uma denominação usada pela União Européia para o produto que tenha no mínimo 70% de leite de ovelha e o restante seja de cabra. Vale lembrar que fora da Europa ou territórios ultramarinos do bloco, o queijo feta pode ser feito com leite de vaca.

Os pesquisadores acreditam que a produção do queijo feta remonta há milênios, já que, inclusive na obra literária da “Odisseia”, do escritor e historiador grego Homero, foi descrita a forma de preparação de um queijo, que muito provavelmente deve ser o feta.

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A palavra grega feta se origina de uma outra italiana, que é fetta, significando “fatia”, que por sua vez é oriunda do latim “offa”, que em português é algo como "mordida" ou "bocado", e os gregos incorporaram a prática, a partir do século XVII, de cortar o feta em camadas mais finas, adicionando-as aos pratos locais.

O feta pode ser consumido sozinho ou acompanha as saladas, tortas, empadas, alimentos assados como massas folhadas, tais como a “spanakópita” (torta de espinafre) e a tyrópita (torta de queijo).

Preparo do queijo 'feta' pelos gregos

#Europa