Incurável e muito parecido com os problemas comuns que surgem na velhice, o #ALZHEIMER, também conhecido como demência, é uma das doenças mais difíceis de diagnosticar.

São mais de 35 milhões de pessoas diagnosticadas com o Mal do Alzheimer no mundo. Dentre elas, em torno de 1,2 milhão de casos está no Brasil, de acordo com informações da Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz), e suas causas e sintomas específicos ainda são muito desconhecidos.

Mas, recentemente, um estudo da Associação Internacional de Alzheimer, divulgado na última conferência da instituição em Londres, na Inglaterra, em julho de 2017, mostrou que um número significativo dessas pessoas não possui realmente a doença.

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Apenas um pouco mais da metade dos pacientes que foram testados com o novo método de diagnóstico descoberto apresentaram ter mesmo a condição.

O teste ainda está em andamento com cerca de 18 mil pessoas, iniciado em 2016. Até agora, mais de 4 mil pacientes já foram avaliados e para grande surpresa dos pesquisadores, podem estar tomando medicação e fazendo o tratamento de forma incorreta.

Ele detecta a presença das placas amiloides, que aparecem antes da doença e aumentam o risco de progressão da mesma.

O teste positivo não comprova que a pessoa tenha ou vá ter o Alzheimer, mas o resultado negativo garante que ela não tem e é um indicativo da menor probabilidade de que venha a desenvolver o problema no futuro.

As novas descobertas podem fazer com que os médicos mudem completamente o jeito de tratar a doença e pode ser o início para desenvolver tratamentos mais eficazes a partir de um diagnóstico um pouco mais confiável.

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A comunidade médica está otimista.

Sintomas do Alzheimer

Apenas os sintomas como perda de #Memória e de funções cognitivas como atenção, noção espacial, percepção e linguagem, responsável pelas atividades do cotidiano, não podem ser os únicos parâmetros.

Ainda não se sabe as causas do desenvolvimento da doença e os únicos exames que são feitos para sugerir o Alzheimer como hipótese são o de sangue e o de imagem, associados com a história e o comportamento do paciente, que só descartam a possibilidade de outras doenças,

Certeza do diagnóstico apenas depois da morte

Vale reforçar de que a certeza o paciente tem Alzheimer só é posível confirmar depois da morte, quando se é permitido fazer a autópsia e realizar uma análise tirando um pedaço do cérebro para ver se realmente algumas células estavam já sem funcionar. #demencia