#portugal passa por uma situação séria de saúde pública. Os índices de doenças mentais como ansiedade, transtorno de humor, #depressão e outras psicopatologias aumentam a cada ano.

Este quadro em que a população portuguesa se encontra vem sendo debatido há muitos anos, especialmente junto à comissão de direitos humanos, que levantou essa questão no final de 2016. O tema foi amplamente discutido para fundamentar uma solução. Os representantes, obviamente, ressaltam os perigos da sobremedicação em pacientes com estes casos psiquiátricos, visto que para o tratamento de psicopatologias, o meio mais eficaz não é somente medicamentosa, e sim o conjunto de terapias menos invasivas.

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A presidência da direção da Federação Nacional de Entidades de Reabilitação de Doentes Mentais, considera que o mais grave problema de direitos humanos em que se é necessário haver atenção para que os impostos pagos sejam verdadeiramente utilizados para o fim de tratar o cidadão de forma adequada.

Os índices levantados pelo Programa Nacional de Saúde, mostram que as mulheres apresentam um risco maior que os homens de sofrer de perturbações depressivas e perturbações de ansiedade, enquanto os homens têm uma maior probabilidade de sofrer de transtorno de humor e personalidade e de perturbações pelo substâncias de abuso. O grupo dos mais idosos apresenta menor risco, em relação aos grupos de menor idade, de sofrer de perturbações depressivas, de ansiedade e por substâncias de abuso.

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O grupo de pessoas anteriormente casadas (separados/divorciados/viúvos) apresenta um risco mais elevado de sofrer de perturbações depressivas, e por abuso de substâncias, enquanto os que nunca casaram estão associados a maior risco de perturbações por substâncias de abuso e transtorno de humor e personalidade.

Em relação a outros países europeus, Portugal lidera nas estatísticas de prevalência de casos, seguido de França e Holanda. A necessidade de assistência vem aumentando nos últimos anos, que foi evidenciado com dados do centro CSP de Portugal, este registro mostra o aumento em ocorrências de depressão de 6,88 % para 9,73% de 2011 ao ano de 2014, e com números gerais na população portuguesa os números eram de 19,8% em 2015 e este valor saltou no final de 2016 para 31,2%.

Esta "epidemia" que vem atingindo Portugal, não vem a ser o único impasse para conseguirem diminuir estas porcentagens, a grande maioria planos de saúde não cobrem tratamentos e consultas associados a doenças mentais, esta conduta dos planos de saúde pode infelizmente estar complicando a vida de muitos Portugueses, que vem a ter um terço da população comprometida com transtornos psicológicos.

Estes números ainda tendem a manter sua linha progressiva, mas ainda haverá muito a ser revisado neste setor da saúde publica que está sendo transtornada em dobre pela crise econômica de Portugal. #Europa