Muitos problemas envolviam a medicina sobre reconstituições ou correções de partes do corpo que eram improváveis de se fazer. Os profissionais da #Saúde com certeza se sentiam inquietos diante da impossibilidade de atuar nas suas áreas e, consequentemente, salvar vidas. No entanto, essa perspectiva vem mudando com o passar dos anos e da evolução da tecnologia.

Pode parecer que a tecnologia se distingue da saúde, o que não é verdade, pois todas procuram o bem-estar comum. Essa parceria pode ser ainda mais eficaz com o surgimento de uma das maiores invenções do homem, a impressora 3D. O que antes parecia ficção científica ou era dado como "coisa de filme", hoje é uma realidade e já ajudou a salvar vidas e proporcionar um bem-estar melhor para alguém que sofreu algum tipo de transtorno físico.

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Ela já é utilizada em processos cirúrgicos, comumente em processos que envolvem a coluna. O diferencial da impressora em relação às próteses comuns é que ela possibilita uma cópia real da coluna. Com essa visão, o médico pode planejar melhor as fases da cirurgia e, até mesmo, reconsiderar o procedimento. Isso facilita muito na forma como o médico vai lidar com a situação. É possível, também, substituir partes da coluna que foram danificadas em algum eventual acidente, somente para sustentação.

O caso mais impressionante é referente ao de um bebê que sofria de cardiopatia congênita, ou seja, o seu coração possuía falhas estruturais e funcionais. Em tempos atrás, seria natural que os médicos abrissem o coração da criança para poder analisar e estudar o caso mais afundo, mas o processo seria quase que fatal.

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Então, os profissionais conseguiram financiamento do governo para produzir uma réplica perfeita do coração do bebê, inclusive com as falhas. A modelagem possibilitou a análise sem ter de abrir o órgão, fazendo com que eles salvassem mais uma vida graças à impressora 3D.

Acredita- se que no futuro as impressoras podem imprimir órgãos inteiros. Quando fala-se em órgão inteiros, pensa-se que eles venham sensíveis, com células artificiais interagindo com as células naturais do corpo humano. Ao que parece, isso não está longe de acontecer, pois a pele artificial com tato já foi produzida, mas ainda está nas primeiras fases de desenvolvimento.

Diante disso, fica clara a importância que essa inovação traz para o homem, mas é preciso fazer mais testes e é necessário o apoio do governo nacional para implantar políticas de desenvolvimento científico, para que ideias como essa da impressora não sejam raras, mas comuns e eficazes. #qualidadedevida #Ciência