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Quando se pensa em #estrelas, vem a ideia de que são luminosas e belas eternamente, mas não são. Toda estrela tem o seu fim. Até o Sol terá um fim. Nos observatórios, locais onde fenômenos são analisados minuciosamente, astrônomos identificaram os possíveis futuros das estrelas e constataram possibilidades impressionantes.

Uma estrela é uma grande e luminosa esfera de plasma, mantida integra pela gravidade. Ela tem seu início a partir da morte de outras estrelas, concentrando uma enorme quantidade de gás que resta das outras, este processo leva muito tempo, cerca de milhões de anos.

Boa parte das visíveis na Terra já tiveram seu fim decretado e as observamos agora devido a grande distância e porque a sua luminosidade viaja em alta velocidade constante, mas que daqui a certo tempo vão desaparecer.

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Depois de um tempo, o combustível que as mantêm acesas começa a desaparecer, a exemplo do gás hélio, que alimenta o Sol. Quando isto ocorre, ela começa a aumentar de tamanho e temperatura de forma descontrolada, tornando-se uma gigante vermelha, assim como pode- se observar, como exemplo, a estrela de Betelgeuse.

Se a estrela for um pouco menor, ela começará a se agitar e liberar energia e gás, virando uma nebulosa planetária. Seu núcleo vai ficando cada vez menor e liberando mais e mais energia até tornar- se uma anã branca, futuro destino do nosso sol.

Uma estrela maior, tem uma morte mais bonita e admirável, pois, quando esgotado seu combustível, sofre os mesmos impactos iniciais da anã branca, mas como sua massa é bem maior, ela acaba condensando-se sobre seu núcleo até não aguentar mais e explodir, formando assim a supernova, expulsando de forma cataclísmica os seus restos de gases e energia.

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Depois da explosão, seu núcleo fica pequeno e começa a se concentrar, na chamada estrela de nêutrons, que gira milhões de vezes sobre seu eixo, liberando ondas de rádio e de luz.

Há ainda o estágio mais acima das supernovas, as chamadas hipernovas, que têm os mesmos princípios das supernovas, mas com estrelas maiores e mais massivas. A única estrela da nossa galáxia que pode ter esse fim é a Eta Carinae, pois quando sua morte acontecer, os habitantes da Terra verão uma luz tão forte quanto a luz da Lua, mas isso vai levar muito tempo e já não estaremos aqui para ver este espetáculo.

Falando de estrelas ainda mais massivas, cerca de 40 vezes mais pesadas que o Sol, seus restos caem sobre seu núcleo, misturando um ao outro, trazendo a escuridão e uma força gravitacional descomunal, onde nada pode escapar, nem mesmo a luz. Trata-se do buraco negro, que não é completamente escuridão e vazio como se supõe. Ele é composto por gases em sua volta, que não são invisíveis. #Universo #Fenômeno da natureza