A maioria dos especialistas sempre afirmam que os métodos anticoncepcionais [VIDEO] são seguros e muito eficazes, e isso é um fato apoiado por inúmeras teorias científicas. Mas existe um fato para o qual devemos atentar. Nenhum especialista jamais dirá que um método é 100% eficaz.

E o motivo é simples: é porque isso é virtualmente impossível. E, tecnicamente falando, se você comprar um preservativo que “garanta” sua eficácia e ocorra uma gravidez após isso, o fabricante seria obrigado a pagar uma indenização ao comprador, que iria alegar ter sido lesado por propaganda enganosa.

A #Pílula é sem dúvida extremamente eficaz, mas devem ser tomados cuidados especiais.

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E um dos cuidados é o que os especialistas costumam chamar de “dupla perfeita”. É justamente combinar a pílula com a camisinha, o preservativo de látex. Uma grande parte das mulheres costuma afirmar que não usam camisinha, pois tomam a pílula #anticoncepcional. Mas isso não justifica, pois a pílula tem grande eficácia quanto a gravidez, mas nenhuma contra DSTs (Doenças Sexualmente Transmissíveis).

Muitos esquecem que existe esse risco em relações em que não há preservativos. Sempre existem pequenos surtos de DSTs em “comunidades” de pessoas que fazem sexo entre si. Um argumento utilizado é afirmar que os dois parceiros são fiéis e não fazem sexo com terceiros, mas o que acontece é que um dos dois já pode estar infectado e nem saber disso, Muitas dessas doenças são silenciosas por um tempo, ou um determinado sexo é apenas o portador.

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As doenças assintomáticas são as mais perigosas [VIDEO] quando são transmissíveis.

Mas o que mais causa sem sombra de dúvida a gravidez indesejada é o fato de esquecer a pílula e ter relações sem fazer uso de camisinha. No dia-a-dia, as pessoas têm rotinas cada vez mais exaustivas. e isso ocasiona o esquecimento de várias coisas importantes, como o uso do anticoncepcional.

Algumas mulheres passam um período sem ter relações regularmente e suspendem o uso das pílulas por conta própria e só passam a utilizar novamente quando voltam a ter relações. Esse modo de agir é totalmente condenável e facilita ainda mais a ineficácia dos comprimidos.

Uma vez que o tratamento é iniciado, deve continuar até que a paciente tenha vontade de parar por si mesma pelo desejo de #engravidar, e não baseada na quantidade de vezes que tem relações sexuais.

Mas jamais deve-se começar um tratamento simplesmente por que viu em algum lugar que a pílula anticoncepcional de marca “X” é a mais eficaz. É deveras importante procurar assistência médica da área ginecológica e é o profissional de saúde que deve indicar qual o anticoncepcional mais indicado para a paciente e retirar eventuais dúvidas que vão surgir no processo.

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Geralmente, após a primeira consulta, é feito um ciclo de três meses, com o objetivo de controle. Essa etapa é necessária porque a paciente pode não ser compatível com a composição da pílula e apresentar sintomas, como: dores de cabeça, corrimento mamário, hemorragias vaginais ou ganho de peso inesperado, entre outros.

O uso dos anticoncepcionais pode causar esse tipo de problema dependendo da sensibilidade da pessoa em questão. Por isso, um médico especializado é sempre necessário. Mas em muitos casos nada disso é necessário e basta a partir do início do tratamento fazer visitas de nove em nove meses.

Fazendo-se uma conta matemática simples, é possível chegar a uma conclusão. Se a maioria dos fabricantes e especialistas apontam para uma eficácia de 97% ou 98%, significa dizer que a cada 100 mulheres que só usam o anticoncepcional como método contraceptivo, 3 ou 2 vão engravidar. Não é uma probabilidade tão baixa quanto o desejável pelas pacientes que tomam as pílulas.

Portanto, as pacientes que tomam anticoncepcionais devem evitar fazer sexo sem o uso de preservativos de látex e, de preferência, ter o máximo de controle possível na administração das pílulas. Sempre possuir assistência médica especializada de um ginecologista, pois não cumprindo alguns desses requisitos, é possível engravidar mesmo tomando as pílulas anticoncepcionais.