Está sendo revelada uma condição que pode acontecer com todas as #mulheres, mas que se torna mais comum durante ou após a menopausa. Se chama #atrofia vaginal e é uma condição dolorosa que pode ter sintomas como comichão ou ardência. O que acontece em esses casos é que a parede vaginal [VIDEO] fica mais fina e geralmente isso acontece porque o corpo está produzindo menos estrogênio do que o normal. Essa condição tem tratamento, mas, antes disso, os sintomas podem se tornar muito incômodos.

Os especialistas dizem que essa condição pode acontecer em qualquer idade, mas que é sempre mais frequente com os efeitos da menopausa.

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Porém, existem outras situações que aumentam a possibilidade de isso acontecer. Por exemplo, as mulheres que fizeram tratamento para o câncer, especificamente o tratamento hormonal para câncer de mama, têm mais possibilidade de contrair a atrofia. Os sintomas comuns incluem incontinência, ardência, comichão, dificuldade em fazer xixi e dor durante o sexo.

Atividade sexual é benéfica

Tudo isso parece uma situação muito complicada, mas de acordo com os especialistas citados pelo jornal New York Post, tudo isso pode ser atenuado com uma vida sexual mais ativa. Então, significa tudo isso que os orgasmos regulares podem realmente afastar os sintomas desagradáveis.

Isso acontece porque o sexo aumenta o fluxo sanguíneo nas partes íntimas. Por isso, a terapeuta sexual Louise Mazanti diz: "É muito importante que tenhamos uma vida sexual saudável com um parceiro ou com nós mesmas.

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Muitas vezes as pessoas dizem 'Não tenho vida sexual porque não tenho parceiro', mas esqueça isso e tenha um relacionamento sexual com você mesma".

De acordo com esta especialista, o massagear a zona íntima vai "manter o tecido vivo", ou seja "o sangue flui e o tecido se torna elástico", evitando que se torne inflamado, fino ou seco. De acordo com Louise Mazanti, se as células não estão recebendo oxigênio suficiente, elas não podem eliminar o desperdício do tecido, o que pode causar inflamação que leva a problemas como a atrofia vaginal.

A terapeuta revelou ainda que não fazer sexo não é apenas um problema físico, e pode ter alguns efeitos colaterais sérios na saúde mental de uma pessoa. "Quando a sua capacidade de fazer sexo e seu desejo sexo diminui, é uma grande mudança de identidade. Você começa a se questionar 'quem eu sou agora se eu não sou a mulher sexual que eu costumava ser?'", revelou a terapeuta, antes de dizer que isso pode mesmo causar depressão e crise de identidade.

Como tratar a atrofia vaginal

Nestes casos, o mais recomendado é sempre a utilização de hidratantes e lubrificantes vaginais. Esses produtos vão ajudar a tratar a secura e até ajudar a melhorar a vida sexual.

Se os sintomas não melhorarem, pode recomendar-se terapia de estrogênio, que pode passar também pelo uso de cremes no local afetado ou até, em casos mais graves, existem pílulas de estrogênio, para ajudar a restaurar os níveis naturais que o organismo necessita. #SaudeFeminina