Esta é uma das doenças sexualmente transmissíveis que pode ficar incubada, em silêncio por até 6 meses. A #Hepatite B pode chegar a matar até 15% dos infectados. Uma das formas de hepatite mais graves, e que precisa ser prevenida e tratada o quanto antes, para que dessa forma se evite a propagação deste mal.

Justamente para alertar a população desta e das das outras variações da doença, no último dia 28 de julho, na data em instituída pela OMS como o Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais, em todo o país, os profissionais da #Saúde se dedicaram a falar do combate à hepatite. Uma doença que pode matar.

De acordo com um levantamento da OMS, aproximadamente 1,4 milhão de pessoas morrem no mundo todos os anos em decorrência de hepatites virais.

Por isso, o 'Julho Amarelo' ficou marcado pelo Ministério da Saúde (MS), por meio do DIAHV (Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais) e da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) como um período para conscientizar sobre a necessidade de investigar o sangue e tratar a doença.

O que é a hepatite B?

A hepatite B é uma doença causada pelo vírus HBV e também chamada pelos médicos de doença soro-homóloga. O VHB está presente no sangue, esperma e leite materno e, dessa forma, pode ser transmitida por diversas vias: sexo desprotegido, gestação e amamentação.

Na maioria dos casos, a infecção é assintomática, mas alguns sinais podem denunciar o vírus no corpo, tais como cansaço, tontura, enjoo, vômitos, dor abdominal, peles e olhos amarelados, urina escura e fezes esbranquiçadas.

Os sinais da doença podem surgir após seis meses da infecção.

De acordo com o Ministério da Saúde, a cura do VHB é de quase 100% (90 a 95%) quando identificado. Uma média de 5 a 10% dos pacientes permanecem com o vírus por mais seis meses no corpo e, se manifestado novamente, poderá ser na forma crônica.

Jovens e adultos podem ter hepatite e não saber

Segundo a média hepatologista do Hospital Nove de Julho de São Paulo, Marta Deguti, é importante que os jovens acima dos 15 anos que têm vida sexualmente ativa se vacinem contra a hepatite. A doença pode ser adquirida pela relação sexual sem proteção e pode não se manifestar ao longo dos anos, causando lesões no fígado. Estes danos podem causar cirrose, uma doença que mata.

Fazer exames de sangue regulares é uma boa forma de encontrar o problema no corpo do paciente. Outros testes mostram a fase e a gravidade da doença.

"Os jovens entre 15 e 18 anos e adultos na faixa dos 30 e 40 anos de idade devem ter um cuidado muito grande e praticar a atividade sexual sempre de forma protegida", alerta a especialista.