Publicidade
Publicidade

No último sábado (16), o apresentador e jornalista Marcelo Rezende morreu com falência múltipla dos órgãos [VIDEO], em decorrência do câncer no pâncreas. O âncora do “Cidade Alerta”, da RecordTV, estava lutando há quatro meses contra a doença. Segundo especialistas, um dos principais motivos do aceleramento e morte do apresentador foi a escolha pelo #Tratamento alternativo.

O câncer que acometeu Marcelo, segundo informações do Inca (Instituto Nacional de Câncer), é um dos piores tipos, pois demora a ser detectado, o que seria primordial para alcançar a cura. O apresentador foi muito criticado nas redes sociais devido a sua decisão pelos tratamentos alternativos [VIDEO].

Publicidade

Mas, a verdade é que, se o câncer de pâncreas não for detectado no estágio inicial, o tratamento se torna inútil, pois, as chances de cura se extinguem. Por ser difícil de detectar, este tipo de doença tem alta taxa de mortalidade.

No Brasil, cerca de 2% das mortes por câncer são por causa do câncer de pâncreas. Este tipo de doença atinge pessoas de mais idade, geralmente acima dos 60 anos. Em pessoas com menos idade, são casos raros. Ele também atinge mais homens do que mulheres. De 2013 até 2017, ocorreram cerca de 9 mil mortes em decorrência do câncer de pâncreas.

Sintomas e diagnóstico

Os sintomas são variados, os principais são a perda de apetite, perda de peso e amarelão na pele. Como o pâncreas se localiza atrás de outros órgãos, fica difícil o diagnóstico precoce [VIDEO]. Se houver e a pessoa sentir os sintomas relacionados à doença, deverá fazer exames clínicos, tais como: fezes, urina, sangue e outros mais especializados, como ultrassonografia, tomografia ou ressonância.

Publicidade

Se houver desconfiança, deverá ser feita uma biópsia do tecido do pâncreas.

Tratamentos

Os tratamentos mais indicados são a radiografia e a quimioterapia, tratamentos esses que o jornalista #Marcelo Rezende não quis fazer. Se estiver em estágio inicial, pode ser feita uma cirurgia para a retirada com tumor. Marcelo Rezende optou por tratamentos alternativos, que previam dieta especial e orações, o que foi julgado como imprudência por muitos internautas e seguidores.

A dieta do jornalista foi baseada em uma dieta livre de açúcares e carboidratos, pois, as células de câncer se alimentam de açúcar e sem ele elas morreriam e os tumores diminuiriam. Além disso, ele buscou alívio em retiros espirituais.

Os médicos alertam que o uso de tratamentos alternativos pode acelerar a doença e piorar o estado dos pacientes. O tratamento ideal é com a quimioterapia e medicamentos. Em entrevista ao jornal gaúcho Zero Hora, o oncologista Gilberto Schwartsmann, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, alertou que tratamentos fora da ciência trazem prejuízos a saúde. #Câncer Marcelo Rezende