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O ano era 1985. Sob criação do empresário e publicitário Roberto Medina, o #Rock in Rio entrava pela primeira vez no calendário da música com nomes como Queen, Iron Maiden e AC/DC, entre tantas outras lendárias bandas brasileiras como Barão Vermelho e Os Paralamas do Sucesso. No palco, muito som e energia. Fora dele, alegria, sintonia, vibração e... preocupação.

Naquela época, ainda pouco se sabia sobre o HIV, vírus responsável pela #AIDS – doença que afeta a imunidade das pessoas levando-as a óbito muito rapidamente naquela época onde não havia tratamento. Grandes nomes daquele período da música, como por exemplo os inesquecíveis Cazuza e Renato Russo, se infectaram o HIV.

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Na última sexta-feira, dia 15, o Rock in Rio voltou ao palco do Rio de Janeiro e prometeu jornadas incríveis de felicidade aos fãs, que terão uma missão acima de qualquer outra: proteger-se.

Com o objetivo de reduzir a transmissão do HIV no Brasil, bem como conscientizar as camadas mais jovens do seu risco, o Governo Federal, por meio do Ministério da Saúde, está intensificando as suas ações de prevenção junto ao público mais jovem respostas a infecção do HIV, especialmente na faixa etária entre 18 e 24 anos -, o poder público pretende ampliar o raio de ação inclusive em festas e atividades voltadas a essa faixa etária. Por isso, o Rock in Rio é uma excelente oportunidade para a conscientização.

A campanha, que tem como hashtag “#TemCamisinhaNaFesta”, tratará em primeiro plano sobre a importância do uso da camisinha – já que muitos mitos envolvem a utilização do preservativo, que segue sendo o principal método de prevenção da transmissão sexual do HIV.

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Várias ações foram e ainda serão executadas em festas populares espalhadas pelo Brasil. O Ministério utiliza diferentes formatos de abordagens: cartazes, vídeos, jingles, entre outros.

Neste ano, festividades regionais típicas de cada localidade do país e as tradicionais festas juninas tiveram ações s de conscientização, bem como as paradas gays e a Oktoberfest que também já estão no radar do Ministério.

Mais informações sobre prevenção ao HIV e outras infecções sexualmente transmissíveis podem ser obtidas no site www.aids.gov.br.

Números ainda preocupam, mas apresentam evolução

Dados apresentados pelo Boletim Epidemiológico HIV/Aids 2016 indicaram o tamanho do alcance que o vírus tem tido no Brasil. De acordo com o levantamento, estima-se que 827 mil pessoas vivem com HIV no país. Dessas, aproximadamente 260 mil ainda não estão passando por nenhum tipo de tratamento e 112 mil sequer sabem que estão infectadas.

Apesar de ainda registrar cerca de 40 mil novos casos a cada ano, com uma média anual de óbito de 12,2 mil, o índice de mortalidade tem diminuído.

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Nos últimos 20 anos, a taxa caiu 38,1% - passando de 9,7 para cada 100 mil habitantes em 1995 para 6,0 a cada 100 mil em 2015.

Os fãs que rumarem à Cidade do Rock [VIDEO] devem aproveitar a boa música e, claro, curtir o momento. E se encontrarem algum parceiro ou parceira e o clima esquentar, é só não deixar a camisinha fora dessa festa. Mais consciência, menos preocupação e muito mais saúde.