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Nem sempre ter um filho [VIDEO] é algo fácil para mulheres que sonham em serem mães e acabam tendo alguns problemas que as impedem de gerarem uma criança. Algumas delas buscam adotar crianças que foram abandonadas por outros pais e, assim, fazem uma ação social ao tirarem um pequeno dos lares e ou das ruas, como é a dura realidade de milhares de crianças.

Adotando ou não, ainda existe o sonho daquelas que querem ser mães mesmo quando apresentam impeditivos para gerarem um filho e, por isso, recorrem a métodos de #Gravidez não convencionais para que a criança nasça. Um dos mais conhecidos entre eles é a reprodução assistida, em que uma ‘barriga de aluguel’ pode ser fornecida por parentes da mulher que está querendo ter um filho.

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No entanto, já existe uma regra clara sobre o assunto e legislação específica que regulamenta como pode acontecer esse tipo de gestação. Tal legislação sofreu alterações recentemente, após uma deliberação do Conselho Federal de Medicina (CFM).

‘Barriga de aluguel’ teve mudança na lei que amplia acesso a mulheres que desejam ser mães

A ‘barriga de aluguel’ ficou famosa em filmes e telenovelas em que pessoas que sonhavam em ter uma criança contavam com a ajuda de uma mulher responsável por gerar o bebê. Embora, no Brasil, isso aconteça de forma restrita, existem países em que a ‘barriga de aluguel’ é completamente legalizada e o serviço torna-se algo rentável para algumas mulheres que encaram isso como um trabalho.

A legislação brasileira impede que isso se torne uma comercialização e, para isso, somente alguns parentes próximos à mulher que deseja ter um filho é que podem se oferecer para carregarem a criança em seu ventre por nove meses.

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O CFM acabou de incluir sobrinhas e filhas de mulheres que não podem engravidar na lista de parentes próximos que podem ser ‘barriga de aluguel’. Antes disso, prima, mãe, irmã, tia e avó já eram consideradas, pela legislação brasileira, como pessoas aprovadas para serem mães temporariamente. A publicação sobre a mudança foi realizada nesta sexta-feira (10), no Diário Oficial da União, e já começa a valer para milhares de mulheres que enfrentam problemas para engravidar, atualmente.

Além de mulheres casadas, pessoas solteiras podem recorrer à reprodução assistida, sendo esta mais bem atendida com a nova resolução, que amplia o direito dos cidadãos de terem filhos [VIDEO] utilizando métodos não tradicionais para que a criança seja gerada. É um passo importante para aqueles que desejam ter filhos.

A nova legislação também alterou o tempo para que os embriões que estão em clínicas e foram abandonados pelos seus donos sejam descartados, mudando de cinco para três anos. #lei #barriga de aluguél