Para quem pretende concorrer a uma vaga no setor público e aproveitar todas as vantagens oferecidas pelos colaboradores concursados, 2015 será um ano especial. De acordo com a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) deste ano, serão criados 28.957 mil cargos públicos, sem contar as oportunidades abertas em caso de substituição de servidores, devido às aposentadorias e demissões. A oferta de vagas será bem mais atrativa do que no ano de 2014, cujos concursos realizados não ofereceram um grande número de postos de #Trabalho


Das quase 30 mil vagas, 13.974 são direcionadas ao Poder Executivo, INSS, Ministério da Fazenda, Banco Central e Receita Federal. O Poder Judiciário, que envolve áreas como Defensoria Pública, Tribunais e Ministério Público da União, ofertará cerca de 15 mil postos.


Dentre todos os concursos públicos federais previstos para 2015, os que mais chamam a atenção dos candidatos são o do INSS e o da Receita Federal. O Instituo Nacional do Seguro Social oferecerá uma média de 5.000 vagas, direcionadas aos candidatos de nível médio e superior. Os salários vão de R$4.401,00 a R$10.057,00. Já o da Receita Federal, somente para candidatos com nível superior, ofertará cerca de 2.000 vagas, cujas remunerações iniciais vão de R$9.172,00 a R$15.339,00.


Além das seleções mais concorridas, serão abertos concursos públicos com remunerações inferiores, cujo número de concorrentes também é mais baixo. Um bom exemplo é o do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), para o cargo de técnico em informações geográficas e estatísticas. Serão, aproximadamente, 1.000 vagas com remuneração inicial de R$3.000,00 para nível médio. Serão oferecidas também vagas para nível superior, nos cargos de analista e tecnologista, cujo salário inicial é de R$7.000,00.


Completam a grade de concursos públicos previstos para 2015 as seleções para a Caixa Econômica Federal (nível médio), Polícia Rodoviária Federal, Correios, MTE (Ministério do Trabalho e Emprego), Depen (Departamento Penitenciário Nacional), BNDES, INMET (Instituto Nacional de Meteorologia), Ministério do Meio Ambiente, Petrobras e ANS (Agência Nacional de Saúde).
#Governo