De acordo com informações recentes das autoridades do departamento de imigração australiano, durante o último ano fiscal naquele país, que vai de 01/07/2014 a 30/06/2015, a Austrália recebeu de forma legal um número superior a 13,5 mil brasileiros. Conforme falou o especialista em imigração, MaCson Queiroz, que é diretor da empresa M.Quality, responsável por assessorar negócios e imigração para a Austrália, “muitos destes brasileiros trouxeram as suas respectivas famílias e vieram para trabalhar, estudar e viver na Austrália”. 

Ainda conforme explicações de Queiroz, 40% dos residentes na Austrália, nasceram fora de lá, o que torna o país amistoso com os estrangeiros e também os governantes locais incrementam a imigração de vários profissionais, publicando anualmente uma listagem com os cargos mais solicitados a fim de chamar a atenção dos expatriados dispostos a morar e trabalhar na nação da Oceania.

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Vale frisar de que a lista mais recente veiculada em julho/2015 é válida até junho/2016. 

A maior parte das profissões da lista são as que precisam de diploma com nível superior; entretanto, o mesmo consultor reitera que a ausência de nível universitário por parte dos pretendentes não os impede de ir para a Austrália ou de conquistar chances profissionais diversas. Geralmente, as profissões que não necessitam de diploma são as dos segmentos financeiro, de tecnologia, agricultura, comércio, mineração e algumas vagas na área de saúde, à exceção dos médicos logicamente. 

Conforme Queiroz explica, os agricultores, gerentes de produção, recrutadores de recursos humanos, gerentes de produção, fazendeiros, gerentes de restaurantes ou de cafeterias e outros trabalhadores do ramo de alimentação conquistam também ótimas oportunidades, desde que falem inglês e que tenham tido experiência anterior nas respectivas áreas.

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Tudo se torna tão atrativo que até mesmo algumas das profissões que não precisam de diploma, chegam a oferecer um salário por ano de 90 mil dólares australianos. 

Os salários inferiores dos indivíduos que não têm curso universitário variam de 45.000 a 150.000 dólares anuais; no entanto, o transcurso do processo de imigração não é tão simples e pode ser demorado. Queiroz reitera que muito embora os patamares de aceitação dos profissionais brasileiros por parte da Austrália sejam bons, a ida para o país é em si um tanto complexa porque as leis australianas são bastante diferentes das do Brasil, com muitos detalhes. 

Mas é necessário antes de tudo ter um visto de trabalho para tentar competir por um emprego na Austrália, caso contrário, tudo não passa de uma grande perda de tempo. O tempo para se poder conquistar o direito de trabalhar e viver na Austrália varia de acordo com o visto requerido, a qualidade dos documentos envolvidos e o número de postos oferecidos pelas autoridades australianas na ocasião. 

Uma pessoa que é solteira e que não tem dependentes, leva de 4 a 18 semanas normalmente para obter um visto de caráter temporário, cujo valor do processo em taxas do governo se iniciará na casa de 1,4 mil dólares australianos.

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Quanto às solicitações de do visto permanente, essas custam a partir de 6.000 e os que estiverem interessados em trabalhar na Austrália, poderão realizar um teste de elegibilidade sem custo algum, no site da empresa M.Quality. #Viagem #Crise no Brasil #Trabalhar no exterior