As provas objetivas do concurso para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) acontecem no dia 15 de maio, e chega o momentos de intensificar os estudos. Organizado pelo Cespe/UnB, o certame super concorrido vai selecionar 950 novos servidores para cargos de níveis Superior e Médio. Os salários variam entre R$ 4.886,87 e R$ 7.496,09. A principal dica dos especialistas é focar em direitos previdenciário, que valerá 70 dos 120 pontos para as provas dos dois níveis.

A prova terá 50 questões sobre ética, regime jurídico, direito constitucional e administrativo. Também cobrará língua portuguesa, raciocínio lógico e informática.

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As outras 70 serão sobre seguridade social e previdência.

O especialista em concursos, Paulo Guimarães, do site Mais Concursos, recomenda que os candidatos estudem com mais atenção os textos das Leis 8.212/91 e 8.213/91, e o Decreto 3.048/99. "São as principais informações que aparecerão na disciplina de direito previdenciário". Além disso, ele aconselha atenção extra nas mudanças recentes, com a Fórmula 85/95. "Sem dúvida as novas regras serão cobradas. É importante também saber fazer o cálculo e entender perfeitamente cada parte do texto da lei", disse.

A banca do Cespe/UnB é vista com medo pelos concurseiros, mas, segundo o especialista, não existe razão para temer. "Sabemos que é uma banca rígida, mas é justa. O concurseiro precisa continuar focado e fazer muitos exercícios. O aluno que estuda não precisa ir inseguro", disse.

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Além disso, outras alterações na legislação também cairão, como as mudanças na pensão por morte, salário-maternidade, assistência social, períodos, auxilio doença. "O concurseiro deve ter em mente todas as alterações de 2015, que foi muito importante para o início da reforma previdenciária", explicou Guimarães, se referindo a 22 alterações feitas pelo Governo Federal no último ano.

Por fim, o especialista recomenda que o concurseiro controle a ansiedade. "Sabemos que é um certame muito concorrido, mas é importante ir para a prova confiante" estimula. #Vagas #Crise econômica