A Nova Zelândia, a até pouco tempo atrás, não estava na rota de turismo e trabalho para muitos cidadãos brasileiros, mas, hoje, esse país insular do outro lado do mundo, repleto de cenários e paisagens espetaculares, que tiram o fôlego de qualquer um, se transforma em ponto de parada obrigatório para estudantes e trabalhadores do Brasil. 

O que tem chamado a atenção de pessoas de vários países, inclusive dos brasileiros, é a ampla oferta de empregos, em um momento de crise mundial, num vilarejo neozelandês que possui somente 800 moradores e está localizado em uma região que tem oferta de 1.000 vagas de emprego e não possui a quantidade suficiente de colaboradores para ocupar esses postos de trabalho.

Publicidade
Publicidade

Buscando uma solução para o problema, autoridades locais decidiram anunciar uma campanha que visa incentivar as pessoas a se mudarem, indo morar naquela parte distante do globo. 

Kaitangata, (região de Clutha, na Ilha do Sul) que é a cidadezinha em questão, usou, como uma das estratégias de marketing, a venda de terrenos e casas com preços muito mais baratos do que o da capital do país, Auckland, a qual possui alguns agravantes na qualidade de vida por causa do desemprego, o cenário oposto de Kaitanga, onde, na área rural, os imóveis custam em média 230 mil dólares, o aproximadamente R$ 526 mil ao câmbio atual. 

Desemprego é algo quase que inexistente em Kaitangata e, de acordo com o testemunho de Bryan Cadogen, prefeito de Clutha, existem vagas que iniciam com um rendimento salarial de 50 mil dólares da Nova Zelândia, o que dá, aproximadamente, R$ 9.500,00 mensais ao trabalhador.

Publicidade

Cadogen informou que há unicamente 2 jovens desempregados na região, neste  momento. 

Os segmentos que estão mais carentes de profissionais especializados são as áreas de construção, enfermagem e as Forças Armadas daquele país. Inclusive, tanto as carreiras de enfermagem quanto as de construção civil, são as mais receptivas aos estrangeiros que por lá chegam. 

Diante de um cenário tão frutífero, o interesse dos brasileiros pela Nova Zelândia foi despertado rapidamente, pois as pessoas que vão para estudar, já contam com a autorização legal de poderem trabalhar simultaneamente aos estudos, é o que explica Cauê Cardoso, funcionário do corpo gerencial de cursos fora do Brasil e vistos da Travelmate. 

A empresa de Cardoso, que está atuando há 15 anos nesse nicho de mercado, é responsável por ter feito mais de 30 mil intercâmbios. 

Os interessados por esse cenário de trabalho promissor na Nova Zelândia devem buscar assessoria especializada que os ajude na realização da empreitada desafiadora, mas que pode ser financeiramente muito recompensadora. #Estudar no exterior #Trabalhar no exterior #Empregos