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O Brasil vive dias de crise, e isso é um fato comprovado por todos. A cada dia o brasileiro tem se deparado com o aumento do desemprego, o que assusta muitas pessoas. Mas, alguns procuram soluções e uma forma de conseguir sobreviver de maneira digna. O portal de notícias G1 divulgou uma nova categoria de #Profissão que talvez possa ser a solução para muita gente.

O conhecimento das novas tecnologias e muita paciência ajudaram o engenheiro civil #desempregado Aloísio Melo a usar toda sua criatividade para sair da crise e voltar ao mercado de trabalho. Após um longo período sem emprego, ele resolveu virar #neto de aluguel, auxiliando e acompanhando pessoas idosas nas tarefas diárias uma vez que a família não pode estar presente.

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Após trabalhar por mais de 12 anos na mesma empresa, Aloísio foi demitido. Para conseguir pagar suas contas, ele fez alguns bicos através de um aplicativo como motorista, mas logo percebeu que as pessoas mais idosas eram as que mais precisavam de acompanhamento.

"Um certo dia estava com uma senhora para deixá-la em casa, quando outra se aproximou e me pediu uma ajuda para instalar o aplicativo no seu celular. Com muita paciência, expliquei o que ela precisava fazer. Então, ela falou que eu tinha jeito para isso. Ela ainda disse que seus filhos não tinham tanta paciência de lhe ajudar. Foi nessa hora que eu tive essa ideia", contou Aloísio.

Dora Dalmásio, aposentada, de 66 anos, é uma que utiliza os serviços contratados do neto de aluguel. Ela conta que antes era muito difícil fazer algo sozinha no computador.

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"Eu sempre pedia ajuda para meus netos ou para meu filho, mas eles não faziam nada. Aprendi a criar e preencher uma planilha. Meu filho tinha me dado um livro para que eu aprendesse, mas o auxílio do Aloísio veio a calhar", relatou a aposentada.

A função de neto de aluguel já está repercutindo de forma bem positiva. "A ideia é provar que posso fazer a mesma coisa que um neto ou um filho faz, ajudando, ensinando esse público. Eles têm um tempo de raciocínio diferente e você tem que se adaptar-se ao tempo delas. Minha grande aliada é a paciência", afirmou Aloísio.

Para a aposentada, seus filhos e netos já nasceram na era digital e, por isso, já estão muito bem adaptados às novas tecnologias. "Eu peço aos meus filhos e netos para que não façam por mim, mas, sim, que me ensinem, mas não tem jeito. Eles vão lá e fazem, nunca vou aprender assim", desabafa a aposentada.

E você, o que achou da nova profissão? Comente compartilhe, é sempre importante sua opinião.