Durante os anos 90, Eddie Vedder reinou ao lado de Kurt Cobain como os maiores ícones do rock. Líderes de suas bandas, Pearl Jam e Nirvana, respectivamente, ambos foram referências para o movimento denominado grunge, que tomou o mundo com cabelos compridos, bermudas rasgadas e camisas xadrez. Cobain infelizmente se suicidou em 1994, aos 27 anos. Coube a Vedder seguir como o maior ícone vivo do rock daqueles anos. E ele não decepcionou. O Pearl Jam conseguiu se manter por cima durante o restante da década, chegando ao século XXI como uma das principais bandas de rock de todos os tempos.

Nascido em Evanston, distrito de Chicago (EUA), Vedder se mudou ainda na infância para San Diego, na Califórnia, onde teve seu primeiro contato com a #Música, por meio do piano.

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Durante a adolescência, começou a cantar e tocar guitarra em suas primeiras bandas de rock. Mas foi em Seattle, para onde se mudou assim que recebeu o convite para assumir os vocais de uma banda chamada Mother Love Bone, que Vedder se encontrou, definitivamente, no rock and roll. Pouco tempo depois, a banda mudava o nome para Pearl Jam e lançava o primeiro álbum, "Ten", em 1991. A partir de então, o mundo se rendia ao talento de Eddie Vedder.

Dono de uma marcante voz rouca, o músico foi muitas vezes comparado a outro ícone do rock, Robert Plant, vocalista da lendária banda dos anos 70 Led Zeppelin. Interpretações intimistas, em canções como: "Alive", "Last Kiss", Immortality", "Black" e "Daugther", dentre outras, fizeram com que o público se identificasse imediatamente com Vedder. As letras abordam diversos tipos de conflitos: pessoais, familiares, amorosos, sociais, políticos, etc.

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Temas que ilustram fielmente os conflitos de toda uma geração de jovens, que durante os anos 90 ainda descobriam o sentido da vida e o porquê da morte.

Aos 50 anos, 25 deles à frente do Pearl Jam, Eddie Vedder já vendeu, juntamente com a banda, 80 milhões de álbuns em todo o planeta, sendo considerado o grupo de rock mais popular surgido nos anos 90. Mesmo com todo o sucesso já conquistado, o músico não para um minuto sequer. Vez ou outra, ele inicia algum projeto novo, que não se resume apenas a música, mas também ao cinema (também cria trilha para filmes) ou ao ativismo político (organiza diversos atos em favor das causas humanitárias e em prol do meio ambiente). Resumindo, ele não vai parar tão cedo. Quando menos imaginarmos, seremos surpreendidos com mais um grande trabalho do mais novo cinquentão do rock. #Famosos