Em 1953, surge o primeiro grande artista da cúmbia, Efraín Mejía, com o sucesso "flamenco". No ano de 1955, apareceram dois outros importantes nomes do ritmo: Juan Corralito e Antônio Lucia Pacheco. Logo em seguida, explode nas rádios a canção "Dança Negra", composta pelo maestro Lucho Bermúdez e interpretada por Matilde Dias. O sucesso desta canção foi tamanho que ela ajudou a consolidar o rótulo de cúmbia colombiana, abrindo as portas do ritmo para toda à América Latina e Caribe. Ao longo dos anos, vários outros músicos também fizeram sucesso tocando cúmbias. Pode se destacar: Arturo Jaime, Medardo Guzmán, Pedro Beltran e Juan Jiménez.

Na década de 1970, o músico mexicano Rigo Tovar criou a cúmbia-rock.

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O novo estilo era uma mistura do rock seiscentista norte-americano, com influência psicodélica e do flower power, com a dança e a sensualidade do ritmo da cúmbia. O estilo obteve certo prestígio com relação à crítica, obtendo boa recepção, mas não atraiu muito aos tradicionais fãs da cúmbia, bastantes conservadores com relação à mistura realizada por Tovar, saindo de cena já na década de 1980. A partir dos anos 1990, outras cúmbias foram surgindo por toda América Latina e Caribe, dentre elas: a mexicana e a andina, além da tecnocúmbia, todas conquistando muito sucesso de público.

Atualmente, uma das mais famosas é a villera. Esta surgiu nas favelas de Buenos Aires, capital da Argentina, e se inspirou no gangstar rap dos Estados Unidos para compor letras e criar seu visual. É acusada por críticos e demais setores da sociedade argentina de fazerem apologia ao crime, o que teria contribuído para o aumento da violência no país.

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Todavia, a cúmbia villera vem se tornando a #Música mais popular da Argentina, levando músicos de origem humilde ao grande sucesso, outrora, impossível no país. Devido a sua origem, pode ser assemelhado a ritmos brasileiros que também se originaram nas camadas mais populares da sociedade, como por exemplo: O arrocha e o pagode (Bahia), o tecnobrega (Pará) e o funk carioca (Rio de Janeiro).

Por fim, os grandes artistas da cúmbia hoje são: O colombiano Yerba Brava, os grupos argentinos Amar Azul e Kumbia Kings, além dos peruanos do Grupo Néctar. Outro detalhe interessante é que a cúmbia, mesmo cantada em espanhol, tem feito cada vez mais sucesso nos Estados Unidos, rompendo a barreira da língua e das comunidades latino-americanas, atingindo também ao grande público norte-americano. #História