Quem não conhece a famosa história da Cinderela? Recontada de várias formas ao longo dos anos, no entanto, sempre seguindo o mesmo padrão: uma menina bonita que é salva pelo príncipe encantado no final. Mas como seria essa história na vida real? As indústrias Disney tentaram responder essa pergunta ao fazer o live action de um dos clássicos mais adorados por gerações.

A história pode se assemelhar um pouco com o filme "Ever after" ou como é reconhecido pelos brasileiros "Para sempre Cinderela". O motivo é devido ambas as versões mostrarem a infância da Cinderela com os pais até a chegada da Madrasta. Um ponto forte desse filme foi que os vilões têm uma aparência bonita, não é mais o velho clichê onde todos os malvados têm que ser feios.

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A madrasta nessa nova versão é uma mulher linda, interpretada por Cate Blanchett, mas também é uma pessoa rancorosa, que é cruel com a protagonista, pensando unicamente nos interesses das filhas e dela mesma.

O nome verdadeiro da Cinderela é Ella. A atriz Lily James interpretou perfeitamente essa princesa tão querida e ainda conta com superpoderes: gentileza e bondade, virtudes que dificilmente são encontradas hoje em dia. O príncipe Kite, interpretado por Richard Madden, aparenta ter mais personalidade que a versão dos anos 50, na verdade, o filme conseguiu dar mais profundidade a tão conhecida história sem sair do tema.

Um detalhe interessante foi à inclusão dos ratinhos, que ajudam a mocinha de uma maneira realista, ou o mais realista possível, seguindo o padrão Disney. O figurino do filme combinou perfeitamente com tudo.

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Ao invés de dar apenas a protagonista um vestido bonito, todos os personagens ganharam roupas que combinavam perfeitamente com o tema e com a personalidade de cada um.

Um ponto fraco no filme foi como descartaram a personagem da madrasta malvada e suas filhas (que eram belas por fora e feias por dentro), deixando o espectador se perguntando o que houve com elas e se aprenderam alguma coisa com a Cinderela. A fada madrinha, feita por Helena Bonham Carter, não cantou a canção "Bibi boop" e ganhou um visual novo, no entanto, ainda manteve a veia cômica que a versão dos anos 50 tinha. #Entretenimento #Cinema

A mensagem do filme foi: "não importa as dificuldades que possa ocorrer nunca deixe de ser uma boa pessoa e não dê a outra face". A Disney tem se aventurado em fazer live action de antigos clássicos da Disney, como, por exemplo: "Alice no país das maravilhas", "Malévola" e "101 dálmatas", numa tentativa de recontar os clássicos para uma nova geração, provando que filmes, como os mencionados acima, são eternos e agradam tanto os adultos como as crianças.