Quase 33 anos após uma das maiores intérpretes da #Música brasileira partir precocemente, teremos ainda esse ano, para a felicidade dos fãs, em sua homenagem uma adaptação de sua caminhada nas telas do #Cinema, após o lançamento da sua bem sucedida biografia impressa "Nada será como antes".

Elis Regina Carvalho Costa, também conhecida como "pimentinha", ou simplesmente, Elis, completaria 70 anos em 2015 se não fosse sua prematura partida, que não pôde calar sua voz e encantadora personalidade. Também uma remasterização do seu disco "Elis" (1972).

A família criou um novo site, divulgando imagens do arquivo pessoal, e registros especiais.

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Posteriormente teve sua biografia lançada pela editora Master Books, escrita pelo jornalista Julio Maria. Um sucesso de vendas. Outra novidade é o disco que foi gravado em 1972, "Elis" que esse ano será relançado com algumas gravações raras previsto para o segundo semestre.

Sua adaptação ao cinema tem previsão de lançamento para 26 de novembro ainda desse ano, e tem ganhado bastante destaque pela mídia, principalmente acerca de quem teria o desafio de interpretar tamanha vivacidade e carisma. As dúvidas foram cessadas, Andrea Horta, que atuou na última novela "Império" foi à escolhida para o papel. Entretanto, o enfoque não será somente nas polêmicas que cercavam a vida da cantora gaúcha, afinal, o filme será dirigido por Hugo Prata, amigo da família, que também já produziu dois DVDs de sua filha, Maria Rita.

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Já o roteiro ficou por conta do Nelson Mota, que foi produtor da pimentinha nos anos 70, e também amigo próximo, que também vivenciou todos os sofrimentos que a ditadura trouxe naqueles anos de ferro e será o ponto de partida do filme, quando Elis chega ao Rio com seu pai. Em entrevista o diretor afirmou que Milton Nascimento e Tom Jobim também estarão presentes na trama, embora ainda não tenha sido divulgado quem interpretará.

Elis Regina partiu deixando 18 álbuns de estúdio, 11 ao vivo, três filhos, todos atuam no ramo da música, e um legado de fãs apaixonados pela sua voz potente e inigualável, "um poema divino cheio de esplendor"que cantou gerações e será sempre uma referência da mulher guerreira, de valentia que enfrentou a repressão da ditadura, e não deixou de lado a grandiosidade e sensibilidade feminina.