Essa notícia pode sair em qualquer ano, em qualquer dia, em qualquer hora. Ela sempre irá mostrar que o analfabetismo funcional é uma realidade frustrante no panorama social brasileiro (fenômeno que é mundial). Ela poderá ser guardada no armário com a data de publicação apagada e, de tempos em tempos, ser novamente publicada. Ela continuará a ser notícia. Por isso, é importante saber o que isto quer dizer, e saber como enfrentar esta triste realidade.

O analfabetismo funcional é definido pelo INAF (Indicador de alfabetismo funcional da população brasileira adulta) que mede anualmente a variação dos índices levantados.

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Segundo reportagens sobre o assunto, já sabemos que o Brasil não irá atingir os níveis de alfabetização previstos nas metas do milênio. Sabemos, também, que o país ocupa o oitavo lugar no mundo com maior taxa de adultos analfabetos, um número em desacordo com as suas possibilidades latentes.

Com relação ao analfabetismo de pessoas que não sabem ler e escrever, você já tem conhecimento. É preciso, porém, que este conhecimento seja ampliado para que saiba que existem outros níveis. O que interessa mais de perto é aquele formado por um contingente de pessoas com as quais você convive normalmente (podem ser amigos, seus chefes, alguns professores, pessoas consideradas no ambiente).

Estas pessoas tem um nível de alfabetização básica, alguns com seus diplomas de graduação e pós-graduação tirados em faculdades de renome, mas limitam seu conhecimento a ler textos, mas sem que consigam identificar ou compreender seu conteúdo.

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A sobrevivência destas pessoas, depende de sua capacidade de enganar as outras pessoas que com eles convivem. Elas costumam utilizar relacionamentos de poder, principalmente no ambiente de trabalho, para pedir que pequenos memorandos sejam lidos e "traduzidos" em seu significado. Há pessoas, nestas condições, que trabalham há muito tempo no mesmo local.

Em que nível estas pessoas podem prejudicar as demais? Quem responder que isto pouco interessa, que o mais importante é conversar com estas pessoas e dar a elas alternativas para que mudem, é mais importante, estará agindo da maneira mais correta.

Pesquisadores consultados na revista literatura, apontaram um caminho que pode ser deixado como orientação para que você possa ajudar estas pessoas e, trocar a crítica gratuita, por uma atitude proativa em seu ambiente social.

É importante que seja trabalhado o conhecimento da língua e da gramática com a leitura e interpretação de textos e, na sequência, iniciar uma proposta para que sejam escritos textos próprios. Esta proposta desenvolvida em um ambiente não coercitivo, pode trazer resultados. Para diminuir ou eliminar questões de vergonha ou falta de confiança, este trabalho pode ser desenvolvido no ambiente virtual, de forma colaborativa. É uma das formas que você tem para ajudar outras pessoas e atuar no sentido de efetivar a sua responsabilidade social. #Educação #Dicas