Aqueles que são fãs de um bom e velho rock com certeza conhecem o Matanza. A banda é presença garantida em muitas coleções de álbuns, tanto pelas músicas quanto pela originalidade do vocalista. Mas não é sobre isso que vamos tratar agora. Tem novidade na área e, como sempre, é o Matanza em plena atividade.

Depois de um intervalo (considerado curto para alguns e longo para outros) de apenas dois anos, a banda de rock brasileiro volta ao cenário musical com mais uma obra, o seu novo projeto, batizado de "Pior Cenário Possível". Para quem não é habituado com o estilo que o Matanza consagrou ao longo do tempo, pode até achar o título meio estranho...

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Mas isso não quer dizer nada. Ou melhor, deixa bem claro que a banda de origem carioca continua seguindo, em seu novo trabalho, o tom altamente sarcástico pelo qual se tornou conhecida. E não podemos deixar de lado o mau humor, outra marca registrada da banda.

Entretanto, engana-se quem pensa que é mais do mesmo. O Matanza de certa forma investiu em algumas pesquisas para esse projeto.

"Pior Cenário Possível" chega com certos aspectos peculiares e bem interessantes quando olhados sob determinados pontos de vista. Para enumerá-los basta citarmos, por exemplo, o fato de que esse foi o primeiro álbum do grupo onde duas guitarras foram usadas. Ou seja, Maurício Nogueira, que já vinha há um bom tempo acompanhando as apresentações da banda nos palcos, foi "adicionado" oficialmente ao grupo.

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Outro detalhe que vale a pena destacar é o fato de que "Pior Cenário Possível" é o último álbum que contou com a presença do China, baixista da banda que deixou o Matanza logo que as gravações chegaram ao fim. E já que comentamos sobre o baixista, quem está na função agora é Don Escobar.

Muitos sites especializados no setor têm chamado a atenção para um ponto em específico nesse trabalho: o fato de que todas as canções foram gravadas em estúdio mas como se fossem em um show. É possível perceber claramente todos os instrumentos "atuando" juntos.

A título de curiosidade, esse álbum foi gravado no estúdio Tambor, situado no Rio de Janeiro, e tem Rafael Ramos por trás da produção. Ao todo, são dez faixas inéditas. Todas são de autoria do guitarrista e fundador da banda, Donida.

Quem quiser uma "palhinha", pode dar uma olhada no YouTube. Já tem material disponível por lá. #Entretenimento