Em 2004, o Rock in Rio teve a sua primeira edição realizada fora do Brasil, em Portugal, e nascia a internacionalização da marca do Festival. O sucesso desse primeiro evento, que contou com show principal do ex-beatle Paul MacCartney, fez com que o RIR chegasse quatro anos depois a Espanha, também obtendo grande sucesso, contando com atrações de peso como: The Police, Amy Winehouse, Bob Dylan e Franz Ferdinand, dentre outros.

De lá para cá foram realizadas seis edições em Lisboa (2004, 2006, 2008, 2010, 2012 e 2014) e três em Madrid (2008, 2010 e 2012). Em maio de 2015, o festival chegou pela primeira vez aos Estados Unidos, em Las Vegas, com shows de Bruno Mars, Taylor Swift, Ed Seeran e No Douth, dentre outros artistas.

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Segundo Jorge Cardoso Filho, a internacionalização da marca também segue a lógica do mercado contemporâneo de entretenimento. "Essa lógica do consumo é totalmente condizente com os objetivos de uma marca como o Rock in Rio se tornou. Mas ela tem pouco papel na internacionalização da #Música produzida no Brasil, por exemplo, porque já segue um formato padrão, de grande festival", diz.

"Acho que há outras experiências no campo da indústria da música brasileira que contribuem mais para isso - a cena rock de Recife ou mesmo o Circuito Fora do eixo", afirma o jornalista e pesquisador musical. #Negócios