Star Wars: Episódio VII - O Despertar da Força, nem foi lançado nos Estado Unidos e já existem estimativas feitas de que pode ser o filme mais rentável de 2015. Além de haver a possibilidade segundo Benjamin Swinburne, analista da Morgan Stanley, desse Star Wars tornar-se um dos mais lucrativos da história do #Cinema (US$ 1.95 bilhão), perdendo somente para Titanic (US$ 2.186 bilhões) e Avatar (US$ 2.787 bilhões). Tanto otimismo sugere que a franquia iniciada pela Lucasfilm no século passado, e sequenciada atualmente pela Disney, é mais que um produto ou filme. Star Wars conseguiu há muito tempo (38 anos) se tornar um ícone da cultura pop internacional.

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Quando foi lançado em 1977 o primeiro filme da saga Star Wars, e que depois seria classificado como o quarto (Star Wars - episódio IV: Uma nova esperança), não era esperado um bom retorno financeiro da película do até então desconhecido cineasta norte-americano George Lucas. Em seu roteiro eram abordados aspectos positivos dos homens através de analogias com figuras clássicas da mitologia e dos contos de fadas, ambientados num universo ficcional científico bastante fantasioso. O que fez com que o filme fosse tratado com descrédito pelos grandes estúdios da época.

Estúdios que provavelmente hoje se arrependem dessa decisão, porque graças a uma boa campanha de marketing e merchandising, Star Wars acabou se tornando um dos maiores sucessos do ano naquele período. E com o sucesso das sequencias da trilogia original (O império contra-ataca, em 1980 e O Retorno de Jedi, em 1983), a marca passou a ser respeitada e, por que não dizer, cultuada na atualidade (o chamado "jediismo" é visto como uma religião em alguns países).

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Permitindo que se desenvolvesse, graças e esses apreciadores, todo um mercado em volta da logomarca (literatura, vídeo games, brinquedos, quadrinhos, animações, etc).

Ou seja, Star Wars hoje configura-se num ícone da cultura pop-nerd internacional, e por essa condição não é surpresa que um novo filme, de uma nova trilogia, seja tão aguardado. Mesmo tendo na memória, a experiência do fracasso que foi a segunda trilogia lançada em 1999 (Wars: Episódio I – A  Ameaça Fantasma, em 1999; Star Wars: Episódio II – O Ataque dos Clones, em 2002; e Star Wars: Episódio III –  A Vingança dos Sith, em 2005). Fracasso não num sentido econômico, mas por não adquirir a mesma relevância afetiva que teve primeira trilogia. Principalmente entre as gerações dos anos de 1970 e 1980. E gerações essas que ficaram apreensivas quando souberam da venda da Lucasfilm para a The Walt Disney Company, em 30 de outubro de 2012.

Empresa que, quase de imediato, anunciou após a compra da Lucasfilm o lançamento de uma nova trilogia de Star Wars, mas com eventos narrativos que se passam 30 anos depois do final do episódio VI (Star Wars: Episódio VI - O Retorno de Jedi).

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No que foi anunciado publicamente o filme trará personagens clássicos da trilogia original, com seus respectivos atores (Harrison Ford, Carrie Fisher, Mark Hamill, Anthony Daniels, Peter Mayhew e Kenny Baker). Além de uma nova variedade de personagens principais e coadjuvantes, que como na obra original terá um misto de atores consagrados e novatos sendo utilizados no filme (John Boyega, Daisy Ridley, Adam Driver, Oscar Issac, Andy Serkis, Domhnall Gleeson e Max von Sydow).

Com direção de J J Abrams, e produção de Kathleen Kennedy, J J Abrams e Bryan Burk, o filme tem data de estreia no Brasil para 17 de dezembro de 2015.  #Entretenimento #Opinião