Cada vez mais estudantes brasileiros partem para diferentes países com o objetivo de aprender ou aprimorar um idioma, e até mesmo fazer um curso superior ou pós-graduação. Uma das principais razões desta decisão é o mercado de trabalho, que vem exigindo cada vez mais experiências profissionais com diferenciais.

Encontrar um trabalho enquanto estuda é uma ótima oportunidade para ganhar dinheiro, experiência profissional, conhecimentos sobre o mercado de trabalho do país e conhecer mais sua cultura. Para isso, é importante saber os países que permitem esse tipo de intercâmbio e as regras.

Confira 4 países onde é permitido arrumar um trabalho enquanto estuda.

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Irlanda

Uma das grandes vantagens em estudar na Irlanda é poder trabalhar. Estudantes não-europeus matriculados em cursos com duração mínima de 25 semanas podem ter uma carga horária de trabalho de 20 horas semanais e 40 horas em alguns períodos do ano, como durante os meses do verão e nas semanas próximas ao Natal.

Ultimamente tem crescido as vagas para profissionais que falam português, já que o país tem se tornado um grande centro de atendimento a clientes de várias multinacionais.

Austrália

O visto de estudante permite no máximo 40 horas de trabalho para duas semanas, durante o período de aulas, e tempo integral durante as férias nas férias. Para aplicar, o curso deve durar no mínimo 24 semanas.

Os membros da família podem também trabalhar pelo mesmo período do visto do estudante.  Ao encontrar um emprego, o empregador oferece um acordo no qual é informado o valor mínimo recebido por hora, que é estabelecido pelo governo, e as condições de trabalho.

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Nova Zelândia

Os alunos matriculados em cursos com duração de no mínimo 14 semanas já saem do Brasil com a permissão para trabalhar. A regra só vale para os cursos vinculados às escolas chanceladas pela NZQA (New Zealand Qualifications Authority) como de categoria 1, consideradas as principais instituições do país. O curso deve ser de período integral (mínimo de 20 horas por semana).

Os estudantes brasileiros podem trabalhar 20 horas semanais e, se matriculados em cursos com duração superior a 12 meses, em período integral durante as férias. Para trabalhos estudantis, tais como empregos em restaurantes e bares, ganha-se entre NZ$ 9 e NZ$ 15 por hora.

Alemanha

O país autoriza universitários brasileiros a trabalhar 120 dias por ano em tempo integral ou 240 dias meio período. É necessário fazer um pedido especial na Agência de Emprego Federal do estado onde o aluno estuda, bem como às autoridades de imigração. Caso esteja fazendo um curso de idiomas, é permitido apenas trabalhar durante o período de férias.

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Na Alemanha, o ensino superior é gratuito, inclusive para estrangeiros. Normalmente, o estudante precisa pagar apenas uma taxa administrativa semestral, que vai de 150 a 250 euros, porém, é preciso comprovar que o aluno possui dinheiro para se sustentar.

Para obter mais informações e saber sobre outros destinos, procure a agência de intercâmbio de sua preferência. #Educação #Viagem #Blasting News Brasil