“Uh é Legião! Uh é Legião!”, com este grito, milhares de fãs saudavam a banda após o término das canções durante os shows. Com o fim do grupo, em 1996, o grito continuou a ecoar sempre quando qualquer outra banda terminava de executar alguma canção da Legião no palco.

Aparada pelas letras críticas e poéticas de Renato Russo, aliadas as melodias fáceis de tocar em qualquer violão, mas de uma qualidade sensível bastante peculiar, a banda logo formou uma imensa “legião” de seguidores, que continuou crescendo ao longo dos anos, mesmo com a morte do lendário vocalista, há quase 20 anos.

Nos anos 80, a Legião Urbana despontou no cenário musical brasileiro juntamente com outras bandas de rock.

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Dentre as mais bem sucedidas, pode se destacar: Os Paralamas do Sucesso, Titãs, Barão Vermelho, Kid Abelha, Blitz, Ira!, Ultraje A Rigor, RPM, Capital Inicial, Engenheiros do Hawaii, Biquíni Cavadão, dentre outras.

Nos anos 90 e 2000, outras bandas de rock também surgiram ou alcançaram sucesso no país, como, por exemplo, Skank, Raimundos, Sepultura, Angra, Chico Science & Nação Zumbi, Planet Hemp, Pato Fu, O Rappa, Charlie Brown Jr. e Los Hermanos.

No entanto, nenhuma outra banda brasileira de rock conseguiu alcançar, com a mesma proporção da Legião, uma verdadeira nação de fãs. A paixão em torno das letras e da figura de Renato Russo é algo que na história do rock nacional talvez só tenha espelho no caso de Raul Seixas, roqueiro baiano que nos anos 70 e 80 conquistou o Brasil e segue até hoje sendo considerado o maior ícone do rock tupiniquim.

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Questões de gosto à parte, o que importa mesmo para a história da #Música popular brasileira é que, 30 anos depois do lançamento do seu primeiro disco, a Legião Urbana permanece na linha de frente entre os maiores nomes do rock feito no Brasil. #Famosos #Blasting News Brasil