Foram 26 anos de espera, mas às 16h29min desta quarta-feira, dia 21 de outubro de 2015, o famoso DeLorean tripulado pelo Dr. Emmett Brown, pelo jovem Marty McFly e por sua namorada Jennifer Parker finalmente aterrissará na pequena cidade de Hill Valley, Califórnia, onde um avançado e tecnológico futuro os aguarda.

Não entendeu nada? Podemos explicar. Foi exatamente nesta data que os personagens de Christopher Lloyd (Dr. Emmett Brown), Michael J. Fox (Marty McFly) e Elisabeth Shue (Jennifer Parker) chegaram ao futuro no icônico #Filme De Volta Para o Futuro II, o segundo da cultuada trilogia do diretor Robert Zemeckis e do produtor executivo Steven Spielberg.

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Lançado em 1989, a sequência do primeiro filme mostrava a ótica fantasiosa do que aquela geração imaginava – ou gostaria de acreditar – que seria o ano de 2015. Carros voadores, jaquetas que se ajustavam ao corpo e se secavam sozinhas, cartazes de filmes em 3D super realista eram só algumas das inovações que o filme “prometia” que existiriam em nosso ano.

Algumas premonições que deram certo

Infelizmente, parte das invenções mostradas no filme não se realizaram, a mais notável e famosa delas sendo o “hoverboard”, o histórico skate voador usado por Marty McFly em suas aventuras futurísticas e ainda ansiosamente aguardado pelos fãs da película.

Apesar da imaginação um pouco exagerada para algumas criações, o filme acertou em algumas inovações que se tornaram quase corriqueiras nos dias de hoje.

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Disponível em diversos dispositivos como câmeras e celulares e em redes sociais como o Facebook, o hoje comum reconhecimento de faces por câmeras ou softwares foi uma das inovações apontadas no filme.

Outro bom exemplo é o “telefone” com chamada de vídeo apresentado no filme. Na época uma inovação distante, hoje aplicativos de chamadas em vídeo como o Skype já são parte da rotina de milhares de pessoas atualmente.

Mostrados em algumas cenas dos filmes, os drones estão se tornando cada vez mais comuns, incentivando inclusive a criação de leis para definir suas possibilidades de uso. No filme, os equipamentos são equipados com câmera de vigilância, exatamente igual ao que já está sendo realizado em alguns lugares do mundo.

Apesar de não termos chegado à sequência número 19 de Tubarão, como mostrado no filme, a tecnologia 3D tomou conta dos cinemas nos últimos anos. Tomadas pela onda da nova tecnologia, as salas de exibição de filmes passaram a exibir em sua programação dos últimos anos uma variada quantidade de filmes gravados com a tecnologia.

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Mas, diferente do filme, o formato atual ainda requer o uso de óculos especial para ser assistido.

Por falar em óculos, dispositivos como os óculos multifuncionais utilizados por Marty McFly em sua casa se assemelham muito ao Google Glass, produto recentemente desenvolvido pela gigante de tecnologia. Outro bom exemplo da casa de McFly em que o filme acertou é na televisão que funciona por comando de voz, muito similar às smart TVs que são facilmente encontradas em diversos lares de 2015.

 E outras premonições que não deram assim tão certo...

Se muitas das tecnologias apontadas no segundo filme da trilogia foram premonitórias, outras tantas passaram longe de estar certas. Além do já citado “hoverboard”, o filme mostrava também um prático jantar feito de pizza desidratada, uma micro versão do tradicional prato italiano que crescia de tamanho ao ser colocado numa espécie de microondas.

Assim como a jaqueta que se secava sozinha e se ajustava ao corpo, os tênis que se amarram por conta própria ainda não existem. Recentemente, a Nike lançou um modelo idêntico ao do filme, mas que ainda precisa ser amarrado manualmente.

O filme também mostrava mensagens em uma espécie de fax cujas mensagens podiam ser enviadas de qualquer lugar. Algo bem mais trabalhoso do que os e-mails e mensagens instantâneas de hoje. Dá pra dar um desconto, já que na época de seu lançamento a internet havia sido inventada há pouco tempo e ainda estava longe de ser popular e rápida como hoje. #Cinema #Arte