Atualmente, o Brasil possui apenas uma fábrica de vinis, a Polysom, que também é a única em toda América Latina.

Fundada em 1999, a indústria começou no contrafluxo, já que no seu momento de fundação a produção de Cds crescia exponencialmente à medida que os vinis deixavam de fazer parte do grande mercado.

Nessa fase, o projeto resistiu por cerca de oito anos, e teve que fechar as portas em 2007 pelas dificuldades financeiras enfrentadas, algo que durou até 2009, quando os donos da gravadora Deckdisc resolveram adquirir o negócio, que só começou a ser rentável em 2012.

“Seria uma leviandade dizer que acreditávamos no negócio quando decidimos reativar a fábrica.

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O que tínhamos era a quase certeza de que ia ser difícil até empatar. Entretanto, depois de três anos e muito sofrimento e adaptações, conseguimos fazer a empresa ser autossuficiente e lucrativa”, afirma João Augusto, consultor e sócio da Polysom.

O projeto deu certo e, acompanhando o crescimento no consumo de discos de vinil, a Polysom entregou, apenas em 2014, cerca de 100 mil vinis para o mercado, valor que deve dobrar em 2015. #Música