Num giro pelo mundo, a Blasting News procurou e achou, trazendo para você, leitor, uma dica de passeio para lá de exótico e interessante, porém, para àqueles que possuem estômago forte. Trata-se do Museu Dupuytren de Anatomia Patológica de Paris (Musée Dupuytren).

O museu, que está localizado na antiga faculdade de medicina da capital francesa, foi inaugurado em 1835, por Martin Orfila (1787-1853), tendo recebido este nome em homenagem ao médico e professor Barão Guillaume Dupuytren (1777-1835), que foi professor/orientador de Orfila.

O Museu Dupuytren de Anatomia Patológica de Paris abriga em seu acervo milhares de peças, estando, dentre elas, fetos humanos, tumores, cérebros e ossos.

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As coleções são ali mantidas e guardadas pelo próprio docente da #universidade.

História

1836-1842 – primeiro catálogo do Dupuytren, composto por mais de mil peças.

1870 – o acervo já contava com mais de seis mil peças.

1914 – ainda antes da segunda guerra mundial, o Museu Dupuytren recebeu uma nova e preciosa coleção de lesões ósseas (o espaço tornou-se pequeno).

1924 – na tentativa de melhorar o espaço, através de sua divisão, muitas peças se perderam.

1937 – o Museu foi fechado, tendo em vista as problemáticas que estavam ocorrendo em torno de sua manutenção.

1967 – o Museu Dupuytren foi reformulado, tendo sido reaberto novamente.

Atualmente

O Museu Dupuytren funciona diariamente para visitações, com exceção de feriados e férias escolares. A coleção que ali se encontra é surpreendente, principalmente pelo fato de que muitas peças foram montadas e organizadas pelo próprio professor Dupuytren, juntamente com outros doutores/pesquisadores.

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Hoje, estando distribuído em quatro salas, e mais bem organizado, o Museu Dupytren de Anatomia Patológica de Paris conta com apenas três mil peças, pois muitas se perderam com o tempo, tendo em vista as inúmeras mudanças, reformulações e reformas. Mais de 500 peças necessitam de restauração.

No acervo ainda podem ser vistas peças (cérebros) que serviram para o estudo de problemas causados pelo AVC, como a afasia (capaz de provocar problemas relacionados à linguagem). As peças são restauradas no próprio Museu.

Um vídeo detalhado sobre o museu pode ser encontrado no Youtube. Mais imagens não foram postadas por serem consideradas fortes, podendo ser conferidas no próprio site do Museu. #Curiosidades #Blasting News Brasil