Meio-dia do primeiro dia de exibição do blockbuster mais esperado do ano (17/12), num dia quente de verão carioca.  O #Cinema estava lotado - incomum para o horário num dia útil nesse horário. Numa sala de exibição da zona sul do Rio de Janeiro, gerações diferentes, de 14 a 50 anos, estavam unidas pelo mesmo objetivo: conhecer Star Wars - O Despertar da Força" o mais novo capítulo da saga que conquistou o mundo e que ainda encanta gerações, quase 40 anos depois de seu primeiro episódio em 1977.

Vestidos a caráter, com as camisetas da franquia (capacetes e sabres de luz foram proibidos por questões de segurança) ou com seus trajes cotidianos, os fãs da franquia lotaram o cinema, fazendo uma fila quilométrica dentro do shopping em que fica localizada a cadeia das salas de exibição, para assistir a primeira sessão de estreia.

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E isso é só um prenúncio visto a olho nu, sem contar as estatísticas de pré-venda, do sucesso anterior das trilogias e do poder de fogo da saga da família Skywalker. "Star Wars - O Despertar da Força" não teve sessões especiais para críticos cinematográficos nem uma propaganda estrondosa. Apenas o básico: posters, teasers e trailers.

Aplaudido em peso, no final, parece que J.J. Abrams acertou de novo. Com "Lost", seu trabalho mais recente na TV, ele obteve a alcunha de ser o criador do marco, em séries, da TV mundial, pela forma de abordagem, conteúdo e estratégia para prender a atenção do público. Quem perdesse um capítulo ficava literalmente à deriva na história. Com "Star Wars - o Despertar da Força", J.J. Abrams manteve o arcabouço da história original e inovou na contemporaneização.

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Com as salas do horário lotadas, o público interagiu com as cenas aplaudindo a cada apresentação de personagem que pertencia às trilogias anteriores, e dando urras a cada cena de ação empolgante.

Viver para ver a saga que foi responsável pelo início da era blockbuster, e que é a maior franquia da história do cinema, empolgar novas gerações se adaptando às novas tendências e se perpetuando, não tem preço.  #Filme #Rio Cultura