O Brasil conseguiu uma marca interessante para o #Cinema nacional durante o Festival Cinematográfico Internacional de Berlim ou Berlinare 2016, que acontece na Alemanha. O país latino-americano atingiu a marca de 10 anos de participação ininterrupta com a presença de mais de cinquenta obras cinematográficas ou audiovisuais nessa última década.

Em mostras paralelas ao festival ou no evento principal, filmes com essência e história brasileira foram escolhidos e exibidos ao público alemão e mundial que assistiram obras como O ano em Meus país Sairam de Férias de Cao Hamburger (2007), Tropa de Elite de José Padilha e Praia do Futuro de Karim Aïnouz (2014).

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Esta constatação também vale para o mercado latino-americano que conseguiu manter um ritmo produtivo interessante para o cinema e que resultou em obras relevantes o suficiente para entrar no grid de um dos festivais mais importantes do circuito mundial. Nesta área, produções argentinas e mexicanas são destaques. 

URSO DE OURO - O Brasil já foi premiado por duas vezes com o troféu Golderner Bär (urso de ouro em alemão). Tropa de Elite de José Padilha em 2008 e coincidentemente em 1998 foi a vez de Central do Brasil de Walter Salles.

Os premiados inseriram na epopeica trajetória brasileira um ganho em conceito e curiosidade do público especializado e isso se refletiu em um aumento do público geral que assistiram o nosso produto. E esta consolidação trouxe à vista o trabalho de nossos atores, tão firmes e pontuais em seus projetos que aguçaram a percepção de diretores e manager's hollywoodianos. 

INTERCÂMBIO CULTURAL - Esse crescimento do produto nacional em Cinema também é fruto de uma investida em troca de conhecimento e técnica com outros produtores pelo mundo, o que permitiu o amadurecimento e um novo prisma sobre nossas produções e profissionais.

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O Brasil e seus diretores se permitiram realizar projetos com Alemanha, Canadá, França, Reino Unido e Estados Unidos, absorvendo a dinâmica de produção internacional e ao mesmo tempo inserindo um olhar abrasileirado sobre os roteiros e acrescentando conceitos em fotografia, direção de arte, áudio e direção geral. Isto para falar só de cinema puro, pois se abranger as produções documentais, conseguimos estabelecer pontes com quase o mundo todo.

Do cinema novo ao cinema atual, o Brasil cresce e mostra que pode trabalhar sozinho ou em cooperação global em boas produções com enredo latino ou sci-fi intergaláctico.

Vejam abaixo a percepção do diretor brasileiro Afonso Poyart sobre a direção de filmes em Hollywood, a abertura de oportunidades depois de exibição em festivais, o mercado americano e a construção do legado brasileiro no cinema mundial.

 

#Entretenimento #Filme