Seja você fã do The Smiths ou apenas uma pessoa que aprecie boa #Música, o disco “The Queen Is Dead”, de 1986, é um item fundamental para qualquer discoteca básica que se preze, tamanha sua relevância para o rock e para a música pop num todo.

Apontado pela revista inglesa New Musical Express como um dos melhores discos de todos os tempos, o disco chega à idade balzaquiana dos 30 anos nesta quinta (16), e se mantém como um álbum essencial e atemporal, cuja cada audição reflete uma nova experiência sensorial e hipnótica, a cargo dos “mágicos” Morrissey, com suas letras de poesias ácidas, Jonhy Marr e seus riffs únicos e companhia.

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Disco lançou hits como Bigmouth Strikes Again

Apesar de ser o terceiro álbum da banda inglesa, o disco que deixa clara a insatisfação de Moz com a rainha já no título do disco, é tido por muitos como “a obra prima” e mais emblemático trabalho do quarteto inglês.

Apresentando talvez o ápice do entrosamento e de um bom relacionamento entre os integrantes, relacionamento este que ficou marcado por tantos momentos conturbados, "A rainha está morta" foi lançado em 16 de junho de 1986, e trouxe ao mundo 10 faixas que se tornaram quase todas hits e conhecidas do grande público.

Dentre as músicas, destaque para "The Boy with the Thorn in His Side", "Bigmouth Strikes Again" e a sublime "There Is a Light That Never Goes Out".

Track list

O grande clássico do The Smiths contém as seguintes canções:

"The Queen Is Dead"

"Frankly, Mr.

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Shankly"

"I Know It's Over"

"Never Had No One Ever"

"Cemetry Gates"

"Bigmouth Strikes Again"

"The Boy with the Thorn in His Side"

"Vicar in a Tutu"

"There Is a Light That Never Goes Out"

"Some Girls Are Bigger Than Others"

O disco conta com a formação clássica dos britânicos, com Morrissey – vocal, Johnny Marr – guitarra e gaita, Andy Rourke – baixo e Mike Joyce – bateria.

Referência à sétima arte

Outro detalhe relevante do disco é sua capa, que possui ligação com o #Cinema. A foto da capa traz ninguém menos que o ator Alain Delon, em cena do filme francês "Terei o Direito de Matar?" (L'Insoumis) de 1964. A capa aliás foi aprovada pelo próprio Alain Delon.

Um disco histórico com uma capa que ilustra perfeitamente a insatisfação de Moz com a realeza britânica e a monarquia, e que certamente influenciará diversas pessoas, bandas, e produções cinematográficas mundo afora, por exalar a genialidade do grupo The Smiths em seu estado mais bruto e, paradoxalmente, lapidado. #Arte