O segmento artístico possui poucos incentivos que não sejam por financiamentos públicos. Houve um passo para sua evolução, quando era concedido desconto no imposto de renda de empresas que financiassem atividades artísticas, no entanto, esse desconto se tornou insignificante para as empresas. Então, para poderem "gerenciar" os recursos destinados para a cultura, quando uma empresa ou artista individual precisava de auxílio do governo, toda uma mecânica para a liberação de recursos estava pronta. Isso para músicos, cineastas, diretores de teatro e cinema, escritores e segue a lista de profissionais artísticos.

Originalmente, esse auxílio era de pouco conteúdo, para ajudar justamente iniciantes, porém, uma "estranha" inversão de valores multiplicou os gastos públicos com eventos de grande custo para dificultar ao máximo os de pouco custo, como se o retorno de recursos pelo público fizesse alguma diferença para o governo.

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#Mecenato era uma alternativa para se arrecadar recursos públicos, mas a dificuldade era tão grande quanto à instituída "Lei Rouanet". Assim como a organização Embrafilme, após 1971, se especializou em financiar pornochanchadas, o ex-presidente Fernando Collor de Mello decretou seu fim em 1990, e assustou profissionais pendurados nos fundos públicos.

Na década de 90, poucas produções cinematográficas foram feitas, mas, no seu final, a velha estrutura de financiamento público voltou com o nome de uma lei, a Lei Rouanet. Já extinta assim como o cargo de vários políticos de nomes repetidos na investigação Lava Jato. Desde o início do século XXI, alguns artistas mais humildes se esforçaram por um novo modelo de financiamento, para várias áreas: o crowdfounding (financiamento coletivo).

Como este meio é independente das benfeitorias públicas, outras empresas que se serviam do ardil público não oferecem qualquer incentivo a novos empreendedores na excelência do caminho privado.

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Como cada “case” requer um estudo apurado para que ele ofereça seu retorno, é um caminho exclusivo para profissionais, independente se tenham ou não experiências anteriores, mas que tenham força de vontade para se corrigirem sempre. Por vezes, exige um longo trabalho anterior, portanto um planejamento prévio sempre é muito mais barato que remendar furos no planejamento depois.

Por outro lado as pessoas que financiam são as chamadas "benfeitoras", a financiar sonhos para que se tornem realidade, geralmente com muito apoio e suporte de outros profissionais que sabem da sua importância para os outros e para si mesmos no futuro. A prática de ideias e ferramentas na administração e Marketing Digital é recurso a completar tais participantes, mas desafio que, ao invés de amargo, torna o sabor dos resultados divino, principalmente pelo ensino proporcionado.

Alguns jovens mais desinibidos lançam o financiamento para suas carreiras pelo mesmo meio do crowdfounding, quando, principalmente artistas que também falam inglês ou francês e não querem viver das graças públicas enquanto estudam para se desenvolverem, antes de arrumarem as malas e irem trabalhar-estudar no exterior, procuram arrecadar recursos para seus projetos profissionais lá.

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Naturalmente, é lá que estudam para se aperfeiçoar, quando a oportunidade aparece. França, Alemanha e Itália são metas comuns, principalmente para jovens estudantes, geralmente voltados aos mais de 200 programas de bolsas de estudo para estrangeiros que lhes são concedidas.

Apesar da economia em crise liquidar com a #Arte de forma crescente, no exterior, ainda existem diversas opções para quem gosta de atuar profissionalmente com arte, como museus, parques, além de excelentes instituições de ensino superior. #Crowfounding