Um artigo publicado no jornal norte-americano "The New York Times", há aproximadamente 42 anos, vem sendo compartilhado nas redes sociais nos últimos dias, principalmente entre as colônias gregas de várias partes do mundo e junto aos amantes da cultura desse país admirável que é a Grécia, pequena em tamanho, mas rica em #História milenar. A matéria na época explicou que existiram civilizações milhares de anos mais antigas que a dos gregos, como, por exemplo, os persas, os assírios e a Babilônia do rei Nabucodonosor. Entretanto, todas elas acabavam enxergando o ser humano como uma criatura odiosa ou como um ser rastejante e submisso diante dos deuses e governantes.

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Por outro lado, os gregos surgiram justamente para quebrar esse paradigma deplorável e erguer o homem, coloca-lo mesmo de pé, isto é, foram os gregos que ensinaram o homem a ter orgulho de sua própria espécie.

O pensador de épocas remotas Sófocles concordou que o mundo está repleto de coisas maravilhosas, porém, ele fez questão de realçar que não há nada mais maravilhoso do que o próprio homem ou a espécie humana como um todo. O que o filósofo faz não é nada mais do que colocar o humano no devido conceito do universo ou como ponto focal do mesmo, como um profundo agente de mudança do espaço que o cerca. Há o caso do estadista ateniense Péricles que pensava do mesmo modo, tanto é que acreditava que o homem era o legítimo proprietário e também dono de si mesmo, tendo o direito e o dever de criar as leis para proteger as liberdades pessoais inerentes a cada indivíduo.

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Os antigos gregos estimulavam constantemente a curiosidade e estavam voltados à pesquisa do espaço que os rodeava. Não é à toa que Sócrates falava que uma vida sem investigação e sem a adoção do espírito de curiosidade não vale nem um pouco a pena de ser vivida.

O povo da #Grécia Antiga não só acreditava na perfeição em todas as coisas e obras que os humanos pudessem lançar mão, mas também buscavam a mesma; sendo que, até os dias atuais existem testemunhas que falam por si próprias sobre a forma de pensar e agir dos gregos, tais como as estátuas do Pártenon; as tragédias de Ésquilo, Eurípedes e Sófocles; a poesia de Hesíodo e Homero; os vasos pintados com técnica exímia retratando a cultura do povo. Sem os gregos não existiria nem o conceito e nem a materialização de cada #Governo.

Enfim, de modo muito resumido, é correto afirmar que sem os gregos não existiriam os idiomas, as leis de civilização, a lógica, os padrões de beleza e verdade. Graças à Grécia, o homem foi revestido de um profundo senso de dignidade humana. Como dizia o filósofo do Norte da Grécia, Aristóteles, que os gregos aprenderam a inspirar sem restrições, para “serem imortais até onde podemos... ".