Durante a Feira do #livro Infantil de Bolonha, a escritora Marina Colasanti e a ilustradora Ciça Fittipaldi foram confirmadas como uma das indicadas ao prêmio Hans Christian Andersen, o Nobel da #Literatura Infantil. O evento ocorre até o próximo dia 6.

A indicação ocorreu através da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ), que prepararam documentos das candidatas para enviar ao júri da premiação. No material, cinco livros de cada uma, biografias, prêmios e materiais acadêmicos estão presentes para os jurados analisarem. Colasanti e Fittipaldi saberão se são finalistas apenas em janeiro de 2018, com os vencedores sendo anunciados na próxima edição da Feira.

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Fittipaldi estará concorrendo pela terceira vez ao prêmio. Entre alguns prêmios conhecidos da ilustradora, está o Prêmio Jabuti (principal prêmio literário do Brasil) pela série "Bichos da África". Além disso,ilustrou "O Homem Que Casou Com Uma Sereia", "Tamanduá, a Bandeira", "O Menino e a Flauta", "Pequena História de Gente e Bicho" e "Naninquiá, a Moça Bonita". Recebeu o prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), em 1986, por ser autora e Ilustradora da série "Morená".

Colasanti levou sete prêmios Jabuti. Entre um deles, o seu livro "Breve História de um Pequeno Amor" ganhou o prêmio de melhor ficção em 2014, além do Jabuti Dourado, para premiar o melhor livro do ano.

Sobre o prêmio

Organizado pela International Board on Books for Young People, o prêmio é entregue a cada dois anos para um escritor e um ilustrador.

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Em 2017, 17 pessoas formaram o júri que avaliará os concorrentes em cada categoria. Ao todo, são 33 autores e 28 ilustradores de países como a Argentina e a Mongólia que estão no prêmio que leva o nome de um dos autores mais famosos dos contos infantis.

Em 2016, o escritor chinês Cao Xenxuan e a ilustradora alemã Rotraut Susanne Berner foram os vencedores.

Brasileiras na premiação

O Brasil já teve duas vencedoras na categoria texto, com Lygia Bojunga, em 1982, e Ana Maria Machado, em 200. Na ilustração, apenas Roger Mello venceu, em 2014, sendo o primeiro - e único até o momento - latino americano a ter a honra do prêmio. #Premio