A vida de grandes personalidades da história sempre foram objetos de curiosidade por parte de escritores e roteiristas com o intuito de levar a intimidade para as telas de #Cinema, em produções detalhadas e perfeccionistas. Listamos algumas das produções cinematográficas feitas nos últimos anos sobre essas pessoas. Veja abaixo:

Piaf - Um Hino ao Amor (2007)

Dirigido por Olivier Dahan, Piaf - Um Hino ao Amor conta a trajetória sofrida e trágica de uma das maiores vozes da música francesa. Edith Piaf teve uma infância difícil e conturbada, o caminho para o sucesso e reconhecimento não foi muito fácil para ela.

Viveu uma intensa vida preenchida por amores trágicos, problemas de saúde e vazio profundo.

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Morreu em 1963 devido o seu consumo exagerado de álcool e medicamentos para o tratamento de artrite e insônia.

Sua vida foi retratada nessa belíssima produção, vencedora do Globo de Ouro 2008 na categoria de Melhor Musical, e o Oscar de Melhor Maquiagem e Melhor Atriz para Marion Cotillard.

A Dama de Ferro (2011)

Filme dirigido por Phyllida Lloyd, retratando a vida de Margaret Thatcher, a primeira-ministra do Reino Unido de 1979 a 1990. A produção está focada no período de 1982, durante a Guerra das Malvinas e a declaração de Guerra entre Inglaterra e Argentina.

Não deixa de lado os conflitos e a intimidade de Margaret antes e depois de seus serviços ao Parlamento britânico. Meryl Streep interpretou o papel da primeira-ministra brilhantemente e venceu no ano de 2012 os prêmios Bafta, Globo de Ouro e o Oscar nas categorias de Melhor Atriz, como também o Oscar de Melhor Maquiagem.

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Diana (2013)

Filme dirigido por Oliver Hirschbiegel, conta a vida de Diana, princesa de Gales após a separação com o príncipe Charles em 1992. O longa foi uma adaptação do livro Diana - O Último Amor de uma Princesa, escrito por Kate Snell.

A história se baseia nos últimos anos de vida da princesa, em que relata o seu relacionamento com um médico cirurgião paquistanês Hasnat Khan e o multimilionário egípcio Dodi Al-fayed. Mas, o filme não agradou o público, a família real e muito menos aqueles que conheceram a verdadeira Diana.

Mas, a produção se destaca pelo figurino, maquiagem e a autenticidade dos acontecimentos políticos ocorridos na época. Diana é interpretada pela atriz Naomi Watts, que diz ter feito o seu melhor à frente das câmeras, já que foi muito difícil interpretar alguém que existiu e tocou o coração de muitas pessoas.

Grace de Mônaco (2014)

O diretor Olivier Dahan não obteve com esse filme o mesmo prestígio como em Piaf - Um Hino ao Amor.

O enredo está centrado no convite de Alfred Hitchcock a princesa Grace Kelly para retornar ao cinema no papel principal do filme Marnie (1964).

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Nesse período, a ex-estrela de Hollywood enfrenta uma crise em seu casamento com o príncipe Rainier III, que está em conflito com o presidente francês Charles de Gaulle, que decide invadir militarmente o principado de Mônaco. As críticas à atuação de Nicole Kidman no papel de Grace Kelly foram desfavoráveis e negativas na estreia do Festival de Cannes, apesar de a atriz passar por um processo de maquiagem excessivo para aparentar a delicadeza e juventude da princesa no começo dos anos 1960.

Esteticamente é um filme atrativo e esplêndido, mas falha com um roteiro fraco e cansativo ao mesmo tempo. O filme foi inspirado no livro Grace - A Princesa de Mônaco, escrito por Jeffrey Robinson, que acabou virando um best seller.

Cazuza - O Tempo Não Para

Dirigido por Sandra Werneck e inspirado no livro Cazuza - Só As Mães São Felizes, escrito por Lucinha Araújo, a mãe de Cazuza, em colaboração com a jornalista Regina Echeverria. O filme conta sobre o início da carreira do cantor com a banda Barão Vermelho ao super astro solo que se tornou depois.

Foca também na relação conflituosa e rebelde que tinha com seus pais e sua sexualidade. Um homem inteligente, genial e despudorado que viveu intensamente.

Um dos pontos altos do filme se concentra no momento em que o cantor descobre ser portador do vírus HIV. Depois de muitas sessões de tratamento sem nenhuma melhora, Cazuza entrega-se as consequências ocasionadas pela Aids. Seus últimos anos de vida são o auge de sua sabedoria e lucidez, escrevendo canções visionárias sobre um Brasil que às vezes parece não ter mais salvação.

Cazuza faleceu no dia 7 de julho de 1990, aos 32 anos, por choque séptico causado pela Aids. Depois de sua morte, sua mãe Lucinha Araújo criou a Sociedade Viva Cazuza, que tem o objetivo de proporcionar as crianças soropositivas melhores condições de vida, educação, lazer e assistência médica.

A atuação do ator Daniel de Oliveira é até hoje impactante e chocante, por ele ter se entregado de corpo e alma ao personagem. #Cultura #Cinebiografias