Nem bem estreou e o #Filme “Mulher-Maravilha” está causando burburinhos, rivalidades e até retirada de exibição. Logicamente, não é a primeira vez que os filmes de Hollywood causam furor ou algum rebuliço aqui e ali. Entre o público ou entre a crítica. Mas já fazia algum tempo que isso não acontecia.

Quem poderia imaginar que uma super-heroína de histórias em quadrinhos criada na década de 1940 do século 20 estaria no centro dos comentários e opiniões?

O filme “Mulher-Maravilha” desandou a fazer a cabeça de muitos espectadores e começou com a receptividade da imagem da protagonista. É que alguns fãs acharam estranho que a personagem mostre axilas depiladas.

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Para uns passou despercebido, para outros, tanto faz e para tantos outros, isso é algo estranho, escandaloso. Onde já se viu mulher com axila raspada? Se aqui do Brasil é costume ver as mulheres com a axila limpa, em outras partes do mundo, isso não é, digamos, normal.

Bem, até agora, especula-se que as axilas da atriz israelense Gal Gadot tenham obtido uma ajudinha de efeitos especiais. Se não for isso, talvez o “sovaco” (sic!) tenha sido raspado realmente. Várias mulheres protestaram ao redor do mundo e exibiram o que tinham embaixo do braço, apoiando Gal Gadot.

Outra #Polêmica que envolve o filme ocorreu nos Estados Unidos: parece incrível, mas vários homens estão com aquela “dorzinha de cotovelo” ao saberem que uma rede de cinemas situada na cidade de Austin, Estado do Texas, vendeu todos os ingressos de uma sessão apenas para mulheres e para as que se consideram como tais.

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A ação trouxe sentimentos de exclusão para alguns homens, que desabafaram nas redes sociais. Um dos integrantes desse “Clube do Bolinha” escreveu que a atitude foi de caráter “não inclusivo”.

Mesmo assim, a sala de cinema de Austin confirmou a exibição do filme na terça-feira (6) e acrescentou que todos os funcionários dessa sessão serão mulheres. Desde a lanterninha até a projecionista. O êxito foi tão retumbante que, de acordo com a sala de cinema, haverá uma nova exibição nos mesmos moldes do “Clube da Luluzinha”.

Some-se mais uma polêmica que gira em torno de “Mulher-Maravilha”: a sua censura. O Líbano, país do Oriente Médio, proibiu a projeção em território nacional, obedecendo à decisão de um comitê subordinado ao Ministério da Economia.

Isto é, seria de pouco agrado conceder prestígio a uma atriz israelense que inclui em seu currículo profissional, a experiência do serviço militar de Israel. Gal Gadot declarou que esse período em que esteve nas Forças Armadas a ajudou no desempenho da personagem e nas filmagens.

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Sabe-se que as relações entre Israel e Líbano são bastante tensas e isso pode ter influenciado na decisão do comitê libanês.

Enquanto isso, um ponto de discussão já se instaurou entre os críticos de arte sobre os méritos – ou não – de a película ser considerada feminista demais e se esta personagem seria a melhor representação da atualidade desse feminismo. O fato é que mal se passou uma semana e nunca se levantou tanta poeira, tantos assuntos que, de uma forma ou de outra, estavam adormecidos em algum canto escondido da sociedade. Será que a super-heroína vai derrotar todas essas polêmicas e o bem prevalecerá? #mulhermaravilha