Todas as mulheres buscam receitas milagrosas para emagrecer rapidamente, como também existem aquelas que se esforçam com uma dieta saudável e uma sequência de exercícios diários que trazem o corpo ideal depois de um tempo significante, mas de forma não prejudicial à própria saúde.

O fato é que a sociedade impôs padrões praticamente inalcançáveis para algumas mulheres e o que deveria ser considerado beleza acaba se transformando em situações constrangedoras e até difíceis de solucionar. A compulsão por emagrecer acaba agravando casos clínicos graves de doenças como bulimia e anorexia.

O preconceito sofrido por aquelas que pesam mais do que os indicadores da moda, acontece entre amigos e familiares, ocasionando o pior dos sentimentos, o autojulgamento.

“A verdadeira beleza é aquela que vem de dentro”! Todos nós já ouvimos essa frase, entretanto, a televisão, os outdoors e as propagandas mundiais, não mostram essa “beleza interna”, apenas forçam um padrão impossível de ser alcançado, exibindo corpos magros e altos com uma aparência artificial e traços angelicais, praticamente referindo-se a bonecas. Em uma parte dessas imagens de mulheres “perfeitas”, a manipulação em programas de edição de fotos, efeitos de maquiagem dentre outros, camuflam que até aquelas mulheres não são como no catálogo.

Para aquelas que fogem desse estereótipo, a depreciação do próprio corpo faz com que, em casos extremos parem de comer por dias, se alimentem muito pouco ou partam para mesas de cirurgia, não se importando com a própria personalidade, mas sim baseando-se no que a mídia apresenta.

Obviamente, existem mulheres que nascem com esse “padrão” e é hipócrita dizer que a magreza não é mais vista como o espelho que toda mulher gostaria de refletir e, claramente, temos também o outro lado da moeda que são as lindas modelos plus size que representam, na sociedade, a escolha livre de ser e aceitar quem se é.

Abaixo, vamos mostrar com um traço de #humor as situações que apenas as magrinhas enfrentam.

“Seu corpo é perfeito, você não tem do que reclamar”

Pessoas magras sofrem com frases como essa. Hostilizadas por essa imposição, essas mulheres não têm voz para falar o que passam de problemas, preconceitos e situações que apenas elas entendem.

Comprar na seção infantil

É, isso acontece, e com frequência, porque a dificuldade com roupas não é um problema apenas de quem usa numeração maior.

Ser alvo de piadas quando venta mais forte

Esse problema se auto explica.

Ficar feliz quando é indagado sobre alguns quilos a mais.

Sim, essa pergunta faz a felicidade de quem é magra e engorda um pouco.

Botas de cano que se ajustem

Comprar uma bota cano alto é um problema muito grande para quem é magra também. A empresa não se importa muito em modelos ajustáveis ou mais justos, o que acaba prejudicando demais e fazendo com que a compra se tornou um longo processo de pesquisa.

Roupas

Quase sempre, comprar roupas é um obstáculo a ser transposto com muitos ajustes ou uma seção infantil/adolescente. Roupas de seções comuns precisam de ajustes, cintos e outros artifícios para se ajustarem ao corpo.

Porém, com problemas ou sem problemas, toda mulher tem sua própria essência e beleza, e não é seu peso, sua roupa ou uma sociedade que deve dizer como ela deve se sentir bem ou como ela deve ser. Magra, alta, baixa, morena, ruiva, negra, gorda... Enfim de qualquer forma mulher é mulher e sempre será linda quando estiver feliz consigo mesma.