Fotos de um animalzinho postadas na rede social Instagram têm deixado muita gente curiosa e atenta ultimamente. O fato é que o animal aparece totalmente coberto por pelos nas imagens e a situação primeiro deixou os seguidores em dúvidas sobre se ele seria um gato ou um cão, e depois os internautas passaram a perguntar o porquê que o animalzinho tinha tantos pelos. A postagem já tem milhares de curtidas e comentários e o dono da página nessa rede social é seguido por mais de 160.000 seguidores. A página se chama Atchoum e a dona do animal, que mora em Quebec no Canadá, explicou para os seguidores que o seu animalzinho sofre de uma síndrome que é popularmente chamada de ‘síndrome do lobisomem’.

De acordo com a mulher que cria o animal há algum tempo em sua cidade, o animalzinho é uma gata e ela está sofrendo de uma doença congênita chamada Hipotricose – que inclusive é uma síndrome muito rara de se acontecer em #Animais, além disso, já houve relatos de que até mesmo muitos seres humanos já contraíram essa mesma doença. Por se tratar de uma síndrome que cobre quase que totalmente o corpo do animal de pelos, a doença é conhecida pelo nome de ‘síndrome do lobisomem’.

A doença rara também pode surgir em seres humanos

De acordo com o portal Wikipedia, a Hipertricose, apesar de ser bastante rara também em humanos, já acometeu em 50 pessoas em todo o mundo. O portal explica para seus seguidores que existem basicamente dois tipos de ‘síndrome do lobisomem’. O primeiro é o que essa matéria já explicou: a Hipertricose Lanuginosa Congênita. Nela, o cabelo nasce ligeiramente mais fino do que o habitual nas pessoas e ainda consegue chegar até os 25 cm de comprimento – os pelos aparecem em praticamente todas as partes do corpo, a não ser nas mãos.

A segunda característica da ‘síndrome do lobisomem’ tem o nome de Síndrome de Abras: nessa variante da doença se percebe que os cabelos passam a nascer de forma mais grossa e colorida. Ao contrário da primeira variante, a Abras faz com que os cabelos nasçam por toda a vida no ser vivo e não há, até então, nenhuma forma de curar a doença nessa variante.