Recentemente, um estudo estranho foi realizado pela Universidade de Warwick, que fica na Inglaterra. Nele, pessoas foram analisadas e o seguinte resultado foi encontrado: ‘pessoas que dormem muito, podem ter mais chances de morrer’.

Para que os cientistas chegassem a tal resultado, foram feitos 16 tipos de estudos, onde mais de um milhão de pessoas participou e foi analisada. Esses participantes, tiveram dados dos seus sonos coletados para que fossem retiradas informações que completassem a análise.

Segundo professor que comandou o estudo, Franco Cappuccio, as pessoas que dormem mais de oito horas por dia, apresentaram maior risco de morrer mais cedo, enquanto as que dormem apenas seis horas, apresentaram menos riscos.

Tal resultado, a longo prazo, teve a conclusão de que a taxa de mortalidade era maior referente às pessoas que dormiam mais. Mas, para isso, foi preciso uma certa investigação minuciosa de cada caso.

Depois de dez anos analisando os participantes da pesquisa, foi constatado que, das pessoas que dormiam mais de oito horas por dia, 30% delas tinham morrido e das que dormiam apenas seis horas por dia, apenas 12% delas tinham falecido.

Mas, além desse ‘alerta’ de que #Dormir muito pode aumentar o risco de #Morte nas pessoas, os pesquisadores também frisaram que o risco é o mesmo equivalente a quem bebe várias xícaras de café por dia. Ou seja, é algo muito subjetivo e que depende do organismo de cada pessoa, afinal, todos somos diferentes.

O professor Cappuccio ainda salientou a sua ideia em um ponto, o qual mostra que as pessoas que dormem mais de oito horas por dia podem dormir tanto por alguma razão, como ter uma doença grave que pode estar lhe causando tanto #Sono, ou que elas tomem muito remédio para ter mais sono. Tudo isso, é muito prejudicial e pode ter sido o fator mais importante que pode ter dado a diferença nos estudos.

Ou seja, como conclusão, podemos entender que nada foi totalmente comprovado e que o que faz mal mesmo são certos costumes e rotinas que possamos ter que podem ser prejudiciais como: beber calmantes em excesso ou sem prescrição médica, dormir por causa de alguma depressão, por causa de alguma doença ou remédio que abaixe a pressão arterial, etc.