Muitas são as piadas que envolvem #mulheres que possuem a cor do cabelo loiro, seja por descoloração, ou naturais. Isso não é um clichê da atual sociedade, mas sim uma crença que herdamos de nossos antepassados.

A “loira burra” é um estereótipo feminino, caracterizado por uma mulher de cabelos loiros, que tem beleza física, entretanto “peca” por ser ignorante e ter pouca cultura geral.

Mas todos sabemos que não existe nenhuma relação entre a cor do cabelo de uma pessoa com a sua inteligência.

Esse mito começou por volta do século XX, quando foi associado à imagem de oportunistas a garotas loiras e atraentes que tentavam a sorte no showbizz norte-americano.

Em 1925 a primeira “loira burra” foi Lorelei Lee, que protagonizou “Os homens preferem as loiras”, escrito por Anita Loos. Tudo começou como uma piada de Anita por ser morena a respeito da queda de um amigo por garotas de cabelos descoloridos (loiro).

Depois do sucesso do livro, veio uma adaptação da Broadway, e no cinema a épica protagonista do livro foi interpretada por Marilyn Monroe em 1953. O filme conta a história de uma mulher de companhia para homens ricos.

Teve um sucesso espantoso na época, o que ajudou a fortalecer a relação preconceituosa de “loira burra x morena inteligente”, na imaginação popular.

Marilyn Monroe que se tornou o ícone da beleza, era morena. Começou a oxigenar os cabelos no início de sua carreira, quando percebeu que as garotas loiras eram mais procuradas por produtores.

O repercussão foi tanta que, na literatura, a sequência de Os homens preferem as loiras, foi escrito em 1927 o livro Mas os cavalheiros casam-se com as morenas.

Estudos realizados na Universidade de Queensland na Austrália, revelaram que as loiras tem salário 7% maior do que mulheres com outra cor de cabelo. Para David Johnston que é o coordenador de estudo, diz que a associação entre loiras e beleza, o machismo sempre irá superar o preconceito.

Sabemos que isso não passa de mito e que cor de cabelo jamais irá interferir na inteligência de uma pessoa. #Curiosidade