Que o #sexo pode ser bastante prazeroso, não é novidade. O ser humano, aliás, é uma das poucas espécies que os cientistas conhecem que sentem prazer sexual em vez de fazer sexo apenas pelo instinto de acasalamento. As relações sexuais também têm efeitos psicológicos, como, por exemplo, estimular a criatividade e ajudar a combater o stress, e benefícios sociais, digamos, tais como ajudar a estreitar a relação entre os parceiros sexuais.

O que você talvez não saiba é que, segundo a ciência, o sexo pode também fornecer benefícios à saúde física do organismo. Apresentamos, portanto, seis benefícios à saúde proporcionados por uma vida sexual ativa:

1 - Saúde cardiovascular melhorada

O sexo funciona como um exercício físico (e, claro, a ele também se aplicam as precauções gerais relacionados a exercícios físicos) e ajuda, de forma prazerosa, a manter o corpo em forma.

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Uma pesquisa descobriu que o risco de morrer em um evento relacionado a doença cardíaca cai à medida que a frequência de vezes em que a pessoa goza aumenta.

2 - Redução do risco de câncer de próstata

Segundo pesquisa, o risco de desenvolver câncer de próstata é menor para os homens que ejaculam pelo menos 21 vezes por mês.

3 - Ajuda a prevenir incontinência urinária nas mulheres

O sexo fortalece os músculos pélvicos, o que colabora na prevenção da incontinência urinária feminina, experimentada por muitas mulheres à medida que envelhecem.

4 - Fortalecimento da imunidade

Quanto maior a frequência das atividades sexuais, mais altos os níveis de Imumoglobulina A, um importante tipo de anticorpo que protege o organismo contra bactérias e vírus invasores.

5 - Colabora para tornar o ciclo menstrual mais regular e menos doloroso

Os hormônios produzidos durante o sexo ajudam a regular o funcionamento do organismo.

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No caso do ciclo menstrual, o efeito pode ser torná-lo menos duro e mais estável.

6 - Menos dor

Segundo cientistas, o sexo libera hormônios que funcionam como anestésicos naturais. O Dr. George E. Erlich, especialista em artrite de Filadélfia, estado americano, realizou uma pesquisa sobre a relação entre artrite e vida sexual e chegou à conclusão que os pacientes que se engajam em sexo regularmente sentem menos dor.