A cidade foi encontrada próxima ao vilarejo de Vlochós, uma localidade que está à 300 km ao norte de Atenas, capital da Grécia. De acordo com o jornal britânico Daily Mail, a cidade perdida tem em torno de 2500 anos e nela foram encontrados quarteirões, torres e muralhas. O lugar é um sítio arqueológico conhecido, onde já foram descobertos diversos artefatos que datam de 500 anos a.C.. No entanto, os pesquisadores pensavam que o local era um simples assentamento e não uma de cidade que tivesse alguma relevância para a #antiguidade clássica.

De acordo com o líder da pesquisa, Robin Rönnlund, da Universidade de Gothenburg, foi encontrado um quarteirão traçado por ruas, o que indica que era uma grande cidade para a época.

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Existem ainda muralhas, portões e evidências de torres de vigia. De acordo com a pesquisa, a cidade tem 40 hectares de muralhas. Apesar do tamanho ser considerado pequeno, comparando-se com as cidades atuais do mundo, vale lembrar que a cidade-estado do Vaticano, sede da Igreja Católica, possui apenas 44 hectares. A descoberta mostra que existem muitas coisas a ser descobertas em solo grego.

O local continuará a ser estudado através de uma série de pesquisas que ocorrerão em agosto do ano que vem. Um conjunto de pesquisadores internacionais pretendem usar técnicas não-invasivas para analisar o solo, como um sistema de radar, por exemplo, para preservar o local e evitar que algumas estruturas sejam danificadas. Após duas semanas de exploração no local, os pesquisadores encontraram moedas e algumas cerâmicas que datam de 500 a.C..

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Os cientistas encontraram esses vestígios simplesmente observando o solo a olho nu. Eles ficaram surpresos pela cidade ter ficado tanto tempo despercebida.

De acordo com os pesquisadores, a cidade teria sido abandonada por volta do ano 300 a.C, antes ascensão do Império Romano, o que gerou uma convulsão política na #Grécia. Os estudos devem continuar no ano que vem, e espera-se que mais coisas sejam encontradas sobre essa incrível descoberta científica. #cidadeperdida