O fato da combustão espontânea humana ocorreu em apenas alguns casos, entretanto, estes casos já foram suficientes para despertar #Curiosidade nos cientistas e médicos. São perguntas com poucas respostas, mas que demonstram ser uma situação desesperadora morrer desta forma tão diferente.

As chamas aparecem do nada e começam no interior da pessoa. Geralmente, não é possível ver as chamas, ou seja, além de começar do nada e não ter como apagar, não é possível vê-las. Há relatos que dizem que a pessoa só reclama de bastante dor e que só o corpo é consumido, ou seja, se a pessoa estiver sentada em um sofá - diga-se de passagem que é muito inflamável - somente o corpo da pessoa queima e o sofá fica intacto.

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Sabe-se que o primeiro registro deste estranho caso foi feito em 1641, pelo médico dinamarquês Thomas Bartholin no qual relatou que o cavaleiro italiano chamado Polonus Vorstius estava tomando vinho até que começou a vomitar e foi totalmente consumido pelas "chamas".

Um fato levado em conta pelos cientistas que estudam os casos de combustão espontânea, é que há um padrão: somente a cabeça e o tronco costumam ficar totalmente desfigurados; as pernas e os pés costumam ficar intactos. Sabendo disso, as especulações diminuem, até que seja possível achar o motivo para tal acontecimento.

Antigamente a #Ciência considerava pessoas alcoólatras mais propensas a sofrer com a combustão espontânea. O motivo é simples, acreditava-se que o álcool poderia ficar armazenado dentro do corpo e, por algum motivo, entrar em combustão.

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Esta explicação parece ser boba e sem base, mas lembre-se que, na época, a #Medicina e a ciência não estavam tão avançadas como nos dias de hoje.

Atualmente, acredita-se que a combustão espontânea possa ser explicada fazendo uma analogia com uma vela. A vela é composta por um pavio coberto por cera, ou seja, a sua gordura corpórea é a cera e suas roupas o pavio.

Outra explicação que é estudada é o fato de que os investigadores, que analisaram os corpos, possam ter deixado de ver ou analisar pistas como um resto de cigarro que poderia ser a explicação da faísca inicial do fogo, ou seja, essa explicação diz que não existe combustão espontânea. Apenas que o corpo funciona como uma vela e que tem de haver alguma coisa que o inicie.