O ator Al Pacino, no filme ‘Advogado do Diabo’, no papel de demônio, revela que seu #pecado preferido é a vaidade. Porém, a #Inveja, outro pecado capital, é um dos mais difíceis para se lidar, uma vez que é negado e renegado por todo mundo. Para quem não lembra quais são os sete pecados capitais, aí vão eles: inveja, luxúria, avareza, preguiça, ira, soberba e gula.

Inveja? Eu?

“Quem, eu, inveja?! Imagine! Não sinto essas coisas não...”. É o que as pessoas afirmam para si e para os outros. Segundo o jornalista e escritor Zuenir Ventura, que integrou a série de livros ‘Plenos Pecados’, e que ficou com a incumbência de falar sobre a inveja, logo nas primeiras páginas do seu livro traz três distinções básicas sobre o tema.

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Segundo ele, “o ciúme é querer manter o que se tem; a #cobiça é querer o que não se tem e a inveja é não querer que o outro tenha”.

Inveja: um pecado de respeito

Nesse mesmo trecho, a emergente e socialite Vera Loyola, que, com certeza, também já sofreu muito com a inveja, dispara: "o verdadeiro amigo não é o que é solidário na desgraça, mas o que suporta o seu sucesso".

A manifestação da inveja geralmente é inconsciente, ou seja, nem a pessoa invejosa percebe e nem o alvo, o invejado, se dá conta. Para exemplificar, o invejoso é aquele que não consegue ficar feliz com a conquista do outro e acaba se traindo pelas palavras. O amigo vem contar que comprou um carro zero, e o invejoso, em vez de parabenizá-lo, comenta sobre o quanto manter um veículo hoje em dia é caro e os riscos de andar com ele por aí.

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Energia para administrar

Os especialistas apontam um caminho para lidar com a inveja. Segundo eles, essa energia pode muito bem ser administrada e dirigida para uma ação de progresso e amadurecimento, caso seja admitida e encarada sem preconceitos. Desejar o que o outro tem também é um caminho para reunir energia e ir atrás do que se quer.

Então, que fique claro que inveja todo mundo tem. O importante é reconhecê-la, assumi-la e transformá-la. Muitos já falaram sobre ela, como o escritor espanhol Francisco Quevedo: "O invejoso chora mais o bem alheio que o próprio dano".