A Língua Portuguesa é complicada demais! Aos falantes nativos do idioma, algumas regras de gramática podem até acabar dando dor de cabeça. Então, ter um domínio bacana do #Português é muito importante, até mesmo para quem não trabalha numa profissão que exige que os rigores da língua culta sejam aplicados. Afinal, um pequeno erro no texto pode comprometer toda mensagem que você está querendo passar.

Assim, com o objetivo de ajudar você a ficar bem na fita com o português e deixá-lo ainda melhor, fizemos uma compilação de alguns erros ortográficos e gramaticais que você talvez nem sabia que estava cometendo. Confira!

1 - Pobrema!

Nossa! Esse é de doer.

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O “pobrema” é que o problema, quase sempre, é na língua, é na dicção e aí é difícil de corrigir. A não ser que o sujeito seja um privilegiado e a mamãe/papai/ou sei lá quem o levou na fonoaudióloga quando ainda era uma criancinha deste meu Brasil varonil.

Jamais pronuncie “pobrema”. Esforce-se para falar corretamente! Ande na rua falando e treinando sozinho, mas corrija este problema!

2 – Menas!

Ah meu Deus! “Menas” chega a dar um 'neon' no estômago! “Menas” não existe. Esta palavra sempre será escrita e falada dessa forma: “menos”.

Não importa qual seja a palavra que vem depois, o correto é usar sempre o “menos”. Ele é um advérbio que não sofre flexão de gênero, ou seja, nunca passa para o feminino. Assim, o correto é menos gente, menos pessoas, menos chances, menos ansiosa.

3 – Meia, meio

Eu estou “meia” cansada hoje! Sentimos lhe informar, mas ninguém fica “meia” cansada.

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Nem “meia” chateada, nem “meia” feia, nem “meia” sei-lá-o-quê!

Ninguém fica “meia” nada. Eu estou meio cansada. Se eu falar “meia” significa que metade do meu corpo é cansado e a outra metade “tá tranquilo, tá favorável”. Entenderam, divergentes?!

4 – A gente vamos!

Olhem bonitos: “A gente” nunca vamos a algum lugar. “A gente” sempre “vai” a algum lugar! Se você vai sozinho, nós lamentamos do fundo do coração, mas “a gente” nunca vamos ... Este termo é sempre conjugado na terceira pessoa.

5 – “Vir de encontro” e “Vir ao encontro”.

Quando as ideias de alguém “vão de encontro com as suas”, significa que vocês estão se trombando um no outro, se batendo, se colidindo.

O correto é sempre: "O que ele pensa vai muito ao encontro do que eu penso", significando assim que vocês pensam de forma semelhante.

Vejam alguns exemplos:

Correto: "Os objetivos da professora sempre vão ao encontro dos interesses dos alunos";

Errado: "Os objetivos da professora vão sempre de encontro aos interesses dos alunos"; (porque desta forma significa que os objetivos da professora estão “batendo de frente” com os interesses dos alunos. E isso é o contrário do que se queria afirmar.

Cuidado com a língua! Procure sempre falar corretamente. Pesquise, informe-se! #Dicas